4 bons motivos para ver ‘Não fale com Estranhos’, série da Netflix para quem tem “nervos de aço”

A nova “Não fale com Estranhos”, da Netflix, tem todos os elementos para te manter com os olhos grudados na tela. Por causa disso, essa dica é uma nova chance aos assinantes da Netflix de assistir uma das séries mais eletrizantes que a plataforma estreou ultimamente.

Felipe Souza

A série britânica ‘Não fale com estranhos’ estreou na Netflix em janeiro, em um momento em que ainda achávamos que 2020 seria um ano razoavelmente normal. Com boa recepção da crítica e repercussão positiva, se firmou como um bom lançamento da plataforma de streaming naquele mês, mas nada além disso.

Passados alguns meses, o mundo parece ter virado do avesso, pelas razões que todos conhecemos, e o entretenimento ocupa agora um outro lugar na rotina das pessoas. O que antes era apenas um lazer no fim de semana, hoje é peça fundamental à nossa sobrevivência ao caos e à pressão que esses tempos extremos tem nos propiciado. Isso tudo leva a crer que, se tivesse estreado em maio, com boa parte das pessoas confinadas em casa, ‘Não Fale com Estranhos’ teria sido um enorme sucesso.

Compreensivelmente estressados e ansiosos, todos nós precisamos embarcar em um bom entretenimento, que nos traga a tão desejada “abstração” da realidade, por isso resolvemos hoje fazer uma indicação de bom entretenimento para todos aqueles que estão em casa confinados. E, de quebra, oferecer uma nova chance aos assinantes da Netflix de assistir uma das séries mais eletrizantes que a plataforma estreou ultimamente. Confira 4 boas razões para ver ‘Não Fale com Estranhos’!

Suspense de roer as unhas

Baseada no best seller homônimo de Harlan Coben, a série nos apresenta logo de cara uma trama instigante. Tudo começa quando Adam Price (Richard Armitage), um advogado bem sucedido e chefe de uma família aparentemente perfeita, é interpelado repentinamente por uma completa estranha, que lhe revela um segredo perturbador sobre sua esposa, a insuspeita professora Corine Price (Dervia Kirwan). Confrontada pelo marido sobre a revelação, a mulher simplesmente desaparece. E esse é só o pontapé inicial de uma trama de suspense alucinante que vai adicionando novos mistérios a cada novo episódio.

Reviravoltas surpreendentes

Na série dirigida por Daniel O’Hara e Hannah Quinn, o telespectador é sempre “o último a saber”. Nada de tramas simplistas em que se adivinha o desfecho ainda na metade da história. Aqui nada é o que parece. Quando você acha que pegou o fio da meada, o roteiro te dá uma rasteira, apresentando uma reviravolta impressionante.

Personagens críveis e cativantes

De nada adiantaria uma trama repleta de bons elementos se ela não fosse defendida por bons personagens. A família Price, que tem mais tempo de tela do que o restante dos personagens, é tão crível quando adorável. Mesmo que se delicie com as revelações dos segredos mais obscuros de cada um deles, o telespectador lamenta pela família despedaçada. Eles carregam a trama como bons protagonistas, despertando simpatia, torcida ou repulsa, variando de acordo com cada nova reviravolta do roteiro.

Boa dosagem entre tensão e leveza

Como você já deve ter notado, ‘Não Fale com Estranhos’ tem uma trama densa, aflitiva, como convém a um bom suspense. O que diferencia a produção britânica da maior parte das produções do gênero é a naturalidade com que ela alterna momentos de tensão e leveza. A série ganha contornos mais humorísticos quando dá espaço para a relação profissional dos detetive Johanna Griffin e Wesley Ross, que investigam os mistérios da trama. Ela, uma mulher de meia-idade às vias de se divorciar do marido e de se aposentar da profissão, e ele um jovem sarcástico e debochado, tem os diálogos mais divertidos da série.

CONFIRA O TRAILER:

Apresentados todos esse bons motivos, o que você está esperando para iniciar a sua maratona?

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Imagens: reprodução/divulgação

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Felipe Souza
O socorrense Felipe Souza descobriu cedo o seu interesse pela literatura e pela escrita. Nos primeiros anos da escola já era uma criança imaginativa que tinha especial interesse pelas aulas de Redação e de Língua Portuguesa. Na adolescência, já se arriscando a produzir seus próprios textos, participou de três edições do Mapa Cultural Paulista, tradicional concurso literário do Estado, inscrevendo seus contos, “Procura-se uma identidade, de 2005, “Rotina”, de 2006 e “(Minha vida cabe dentro de um parêntese)”, de 2007, que, em suas respectivas participações, conquistaram a primeira colocação na fase municipal da competição. Felipe cursou Letras- Português e Inglês, na PUC-Campinas e trabalha desde novembro de 2016 produzindo conteúdo jornalístico para a Rádio Socorro.