Amelie Poulain voltou para o catálogo Netflix!

“São tempos difíceis para os sonhadores”-Amelie Poulain

Dirigido por Jean Pierre Jeunet e estrelado por Audrey Tautou, o filme francês “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”, filme lançado em 2002, hoje é referência em qualquer lista que trate do cinema francês.

Após alguns meses de sumiço, o filme voltou para o catálogo Netflix de onde nunca deveria ter saído!

Encantador pelas imagens parisientes que acompanham a vida singela da protagonista em Montmartre, o filme mostra como cada pessoa traz consigo suas próprias peculiaridades: fala das emoções que não demonstramos, do peso da convivência e da neurose dos relacionamentos.  A jovem Amelie, após ser criada de uma maneira pouco convencional e isolada,  descobre em si um objetivo e para realizá-lo ela é capaz de qualquer coisa.

A Sinopse

Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.

O trailer:

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Josie Conti
Blogueira e empresária. Após trabalhar anos como psicóloga, abandonou o serviço público para manter seus valores pessoais. Hoje, conjuntamente com sua equipe, trabalha prioritariamente na internet na administração de redes sociais e sites como CONTI outra, A Soma de Todos os Afetos e Psicologias do Brasil, além de várias outras fan pages que totalizam cerca de 10 milhões de usuários. Também escreve para as Revistas Contemporânea Brasil e Caminhos. É um exemplo de pessoa que mudou de profissão para reconstruir seu próprio caminho. Apaixonada por cinema e literatura. Acredita que a universidade deve ser um degrau construtor de conhecimento e senso crítico, mas nunca a definidadora de uma vida.

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