Imagem: Alexandra Lande/shutterstock
É preciso que tu entendas que o que eu chamo de amor é a anestesia que percorre minhas dores a cada vez que elas encontram descanso no teu peito.
O que eu chamo de amor é o desejo constante de que toda beleza que eu for capaz de encontrar nesse mundo tenha teu par de olhos castanhos como testemunha.
O que eu chamo de amor é o cuidado espontâneo com as tuas feridas; é quando, por ser capaz de sentir no meu próprio peito aquilo que machuca o teu, empresto o que em mim for esperança, para, de mãos dadas, driblarmos a dureza dos caminhos.
O que eu chamo de amor é a saudade que minha pele grita da tua quando tudo que a abraça é a distância; é urgência pelo único beijo que sacia, pois tem gosto de lar.
O que chamo de amor é a coragem extra para enfrentar meus monstros que advém da certeza de que, ao final do dia, sonharemos sob a mesma cama.
O que eu espero do amor é reciprocidade.
À primeira vista, o elemento que mais chama a atenção na imagem é o cervo…
À primeira vista, a foto parece ter saído diretamente de um álbum dos anos 1970.…
Algumas imagens parecem simples até o cérebro resolver complicar tudo, como costuma fazer quando encontra…
Ryder Wells tinha menos de dois anos quando sofreu ferimentos que exigiriam dezenas de cirurgias…
Durante os anos 1970, Maureen McCormick era um dos rostos mais conhecidos da televisão americana.…
Escovar o cachorro depois de uma caminhada costuma ser uma tarefa simples, especialmente para animais…