“Muito do que gastamos (e nos desgastamos) nesse consumismo feroz podia ser negociado com a gente mesmo: uma hora de alegria em troca daquele sapato. Uma tarde de amor em troca da prestação do carro do ano; um fim de semana em família em lugar daquele trabalho extra que está me matando e ainda por cima detesto.
Não sei se sou otimista demais, ou fora da realidade. Mas, à medida que fui gostando mais do meu jeans, camiseta e mocassins, me agitando menos, querendo ter menos, fui ficando mais tranqüila e mais divertida. Sapato e roupa simbolizam bem mais do que isso que são: representam uma escolha de vida, uma postura interior.
Nunca fui modelo de nada, graças a Deus. Mas amadurecer me obrigou a fazer muita faxina nos armários da alma e na bolsa também. Resistir a certas tentações é burrice; mas fugir de outras pode ser crescimento, e muito mais alegria.
Cada um que examine o baú de suas prioridades, e faça a arrumação que quiser ou puder.
Que seja para aliviar a vida, o coração e o pensamento – não para inventar de acumular ali mais alguns compromissos estéreis e mortais.”
Lya Luft no livro Pensar é Transgredir
Redmond O’Neal nasceu cercado por dois dos nomes mais conhecidos do entretenimento americano. Filho único…
Quando LeAnne e Eric Stadler receberam uma ligação dos serviços de proteção à infância, em…
Judith Susan Sheindlin se tornou conhecida por milhões de pessoas como Judge Judy, a juíza…
Quem costuma pedir pizza provavelmente já reparou em pequenas áreas estufadas e douradas espalhadas pelo…
Algumas escolhas são feitas quase no automático. Basta olhar uma vitrine, uma foto ou uma…
À primeira vista, o desafio parece exigir apenas algumas contas básicas. São fones de ouvido,…