Lição de vida

Mini documentário de Jim Carrey conta como a arte o salvou da depressão

Você com certeza já deve ter visto algum filme com esse ator que chega a ser uma lenda das comédias do cinema: Jim Carrey. Porém, o que você não sabe é que, por mais engraçado que ele seja nas telas, já sofreu muito por conta de uma das doenças mais comentadas do mundo, a depressão.

Por conta disso, o ator canadense Jim Carrey decidiu estrelar um mini documentário que conta como a arte o salvou e diariamente o salva da depressão. Mesmo não sendo conhecido por isso, Carrey é também um incrível pintor e suas pinceladas coloridas contornam essa doença, que atinge 350 milhões de pessoas no mundo segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O documentário recebeu o nome de “Jim Carrey: I Needed Color” (traduzindo: “Jim Carrey: Eu Precisava das Cores”), e foi lançado em agosto de 2017 na plataforma Vimeo. No curta, o ator se vê completamente obcecado pelo então novo hobby, que inicialmente veio para “curar um coração partido“. Em seis anos de prática, quando ficou mais afastado das telonas, ele abusou das tintas para conseguir mergulhar por seus sentimentos sem se afogar nas mágoas.

“Eu acho que o que faz alguém ser um artista é que eles fazem modelos de sua vida interior“, disse Jim Carrey. “Eles fazem algo entrar em seu ser físico que é inspirado por suas emoções ou suas necessidades ou o que sentem que o público precisa”.

Com apenas seis minutos, o vídeo já ultrapassou 5 milhões de visualizações. O mini documentário consegue mostrar de forma delicada como a arte pode ser terapêutica e trazer sensações de prazer e anestesiar os sintomas da depressão. Carrey afirma que “eu não sei o que a pintura me ensina, mas sei que me liberta. Me liberta do futuro, me liberta do passado, me liberta do arrependimento, me liberta da preocupação“.

Recentemente, o ator afirmou ao I News que a essa altura não tem mais depressão, pois agora sente que “a chuva chega, chove, mas não permanece”. A arte é reconhecida como um meio importante e acessível para externar as emoções, compreende-las e superá-las.

 

 

Com informações de Razões para Acreditar

Ana Carolina Conti Cenciani

Ana, 20 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui matérias que são boas de se ler.

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