Quando um nome brasileiro começa a aparecer em listas de premiações dos EUA, nem sempre é pelo caminho “bonito” da temporada de troféus.
Às vezes, o destaque vem do lado satírico do cinema: o Framboesa de Ouro (o “Razzie”), que existe justamente para cutucar as produções e atuações que viraram alvo de piada no ano.
Isis Valverde entrou nesse noticiário por causa de Alarum (também divulgado como Código Alarum).
O nome dela passou a circular como indicada a Pior Atriz Coadjuvante na edição de 2026, segundo listas publicadas por veículos brasileiros e sites que cobrem esse tipo de premiação.
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Parte dessas publicações trata a relação de indicados como “vazada” antes do anúncio tradicional, então o assunto ganhou tração mais por repercussão online do que por comunicado solene.
O ponto que chama atenção é o contexto: Alarum é uma produção de ação/espionagem e marca a entrada dela em um elenco americano com figuras bem conhecidas do gênero.
No filme, Isis interpreta Bridgette, contracenando com Sylvester Stallone e Scott Eastwood, entre outros nomes do elenco.
Ou seja: a estreia internacional veio num projeto com “cara” de cinema comercial, onde o sucesso costuma depender tanto de roteiro e direção quanto de performance individual.
E por que Alarum virou um candidato tão fácil a virar meme? O filme já vinha colecionando críticas por ser pouco inspirado e por entregar um suspense de espionagem bem abaixo do que promete na sinopse, com comentários sobre ação sem impacto e diálogos fracos.
Quando a produção vira alvo, o elenco costuma ir junto na onda, especialmente quem tem menos tempo de tela e menos espaço para “salvar” uma cena.
Também pesa o tipo de porta de entrada que Hollywood oferece para atores de fora: muitos começam com papéis menores em thrillers e filmes de ação de baixo risco, onde o personagem é mais função de roteiro do que construção dramática.
Se o projeto não funciona, o termômetro público raramente separa “problema do filme” de “problema do ator” — e o Framboesa de Ouro vive desse barulho.
Pra entender a mecânica: o Framboesa de Ouro é uma premiação-paródia criada em 1981 e organizada por um grupo de votantes pagantes.
A seleção de indicados costuma vir de votação entre membros (críticos, jornalistas e fãs), e o anúncio dos “vencedores” geralmente acontece bem perto do Oscar, justamente para aproveitar a atenção da mídia.
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