Reza a lenda que os melhores amores são tranquilos e talvez sejam. Mas não confunda a tranquilidade de um amor com o comodismo que ele pode desenvolver. O amor precisa ser desafiado a crescer. Do contrário, é só mais um chove no molhado.
Amores mornos não combinam comigo. São preguiçosos, sem paciência e estão sempre reafirmando o discurso do “eu sou assim e não vou mudar”. Ah, não vai? Tudo bem. Segue o baile, certo? E sigo com convicção porque não preciso lidar com quem nunca sente vontade de transformar o amor em algo mais. Só dizer que ama não é o suficiente. Quem quer ficar junto, constrói diariamente os detalhes desse amor.
Amores mornos são cansativos. Não quero fogos de artifício a cada encontro, mas também não pode existir o marasmo do tanto faz. É bom ter assunto, parceria e planos para realizar. O algo mais do amor está no equilíbrio que cada um deposita. Quando a sintonia é só uma coincidência para uma das partes, nenhum beijo pode reacender o querer.
Amores mornos não são possíveis. Eles acontecem com prazo de validade e eu não estou com emocional sobrando para embarcar numa história mais ou menos. Não preciso mendigar amor, conquistei o próprio antes de qualquer um chegar. E se tiver de continuar em solidão, ótimo. Ninguém deve parar de viver por isso.
Dispenso amores mornos, mas não sou contra o amor. O que acontece é que gosto da tranquilidade de estar com alguém que vista reciprocidade sem deixar a vontade de lado. O amor merece uma pitada de cada para se manter firme. Do contrário, você entendeu a ideia.
Imagem de capa: O Sol por Testemunha (1960) – Dir. René Clément
Nem todo mundo reconhece a paz quando ela chega. Para algumas pessoas, uma relação tranquila…
Não é dengue, mas esse mosquito tá ligado a 2 coisas nojentas!
Quase todo mundo responde errado esse teste por ignorar um detalhe MUITO pequeno no copo.
Antes de virar nome respeitado em Hollywood, ela conheceu um tipo de porta fechada que…
Com base na silhueta, você tenta ajudar os outros ou se protege emocionalmente? 🤲
Algumas imagens parecem escolher por onde vão entrar na nossa cabeça!