Filme francês, dirigido por Jean-Pierre Jeunet
Sinopse: Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.
“A menina, emocionada com a intimidade excepcional, não consegue impedir que seu coração dispare.”
“Como toda criança, gostaria que seu pai a abraçasse de vez em quando.”
Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme das coisas simples da vida…
Era a única coisa que ela ainda não tinha pego: amor. Ninguém está imune.
Pois estragar a própria vida é um direito inalienável.
Quando o dedo aponta o céu, o idiota olha para o dedo.
São tempos difíceis para os sonhadores…
Sem você as emoções de hoje seriam apenas uma pele morta das emoções do passado.
A ansiedade sobre a passagem do tempo nos faz falar sobre o tempo.
Talvez ela faça de tudo para arrumar a vida dos outros. E ela? E as suas desordens? Quem vai por em ordem?
Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida.
“A vida nunca é perfeita, cada um tem um jeito de acalmar os nervos.”
“Amélie se refugia em um mundo inventado por ela.”
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