Tem “dica de economia” que nasceu na época do carburador, outras viraram regra de grupo de WhatsApp, e várias simplesmente ignoram como os carros atuais funcionam (injeção eletrônica, sensores, aerodinâmica e por aí vai).
Resultado: o motorista tenta gastar menos no posto e acaba pagando de outro jeito — com consumo maior e, em alguns casos, com desgaste antecipado de peças. Abaixo estão cinco costumes bem comuns que costumam ter efeito contrário.
Calibrar pneu é ótimo — do jeito certo. O problema é fazer isso logo depois de rodar, com o ar lá dentro aquecido e mais “dilatado”. Quando o pneu esfria, a pressão real cai e o carro passa a rodar meio “amarrado”, aumentando a resistência ao rolamento e exigindo mais do motor.
Em levantamento citado pela Continental, muita gente anda com pressão abaixo do recomendado; a própria marca estima que 3 psi a menos já podem elevar o consumo em cerca de 2%, e que rodar 30 mil km/ano com pressão baixa pode desperdiçar aprox. 55 litros.
A recomendação prática é calibrar com o carro parado há um tempo (por exemplo, após cerca de 1 hora) ou depois de um trajeto bem curto e suave.
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Em carro moderno, tirar o pé do acelerador com o veículo engrenado costuma acionar estratégias de redução de consumo (em várias situações, o sistema corta ou reduz bastante a injeção).
No ponto-morto, o motor continua precisando de combustível para se manter ligado, então a “economia” pode virar gasto extra.
Além disso, em descidas, você perde o freio-motor e força mais os freios — e ainda corre o risco de causar dano ao conjunto ao tentar engatar novamente com o carro em movimento.
Preço muito abaixo da média costuma ser sinal de alerta.
Combustível adulterado (ex.: gasolina com solvente; etanol com água em excesso) pode afetar funcionamento, desempenho e consumo — sem falar na chance de dor de cabeça com mangueiras, vedações e componentes internos.
A orientação mais segura é priorizar posto conhecido, desconfiar de milagre e pedir nota fiscal.
Uso “pinga-pinga” (aqueles percursos rápidos do dia a dia) tende a elevar o consumo porque o motor e o óleo não chegam na temperatura ideal de trabalho.
Se o lubrificante não aquece o suficiente, a lubrificação não rende como deveria e o desgaste pode aparecer mesmo em carro com baixa quilometragem.
No material, é citado que percursos muito curtos (algo como menos de 15 minutos) costumam ser insuficientes para aquecer o óleo direito; em veículos a etanol, a fase fria pode ser ainda mais castigante, principalmente em dias frios.
Ar-condicionado pode aumentar o consumo (é citado que pode chegar a algo como 20% em certas condições).
Só que, em rodovia, desligar o ar e abrir os vidros nem sempre ajuda: a turbulência dentro da cabine e o arrasto aerodinâmico podem exigir mais do carro e anular a suposta economia — às vezes, até piorando.
Na prática, dependendo da velocidade e do calor, manter vidros fechados e o ar funcionando pode ser o cenário menos ruim.
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