cinema

Toni Collette rouba a cena e entrega tudo em nova série que estreou essa semana na Netflix

Logo nos primeiros minutos de Desobedientes (2025), o foco fica nítido: um caso perturbador numa cidade aparentemente pacata e uma atriz em ponto máximo de controle.

Toni Colette assume a trama como ímã de atenção — cada gesto puxa o espectador para dentro de Tall Pines, onde a normalidade é fachada e conflito é regra.

A história parte de um evento simples e grave: um adolescente foge de uma instituição para “jovens problemáticos”, é encontrado em choque na estrada e levanta uma investigação que ninguém ali queria ver acontecer.

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O lugar, que vende disciplina como solução, opera com protocolos duros e portas fechadas — cenário perfeito para segredos que não resistem à luz.

Criada e roteirizada por Mae Martin, a minissérie tem 8 episódios e combina suspense com textura de mistério policial. Martin também interpreta Alex Dempsey, responsável por seguir as pistas, contornar versões oficiais e forçar depoimentos que mudam de tom conforme a pressão aumenta.

O roteiro investe em causa e efeito: cada nova informação desloca alianças, desgasta relações e expõe quem lucra com o sistema.

Visualmente, a série contrasta a serenidade de Tall Pines com interiores frios e controlados, reforçando a sensação de que tudo está sob vigilância.

O som trabalha a favor da tensão — silêncios longos, respirações contidas, passos que anunciam presença antes da câmera mostrar. É o tipo de construção que valoriza a atuação: Colette entrega nuances suficientes para transformar interrogatórios em cenas de ação emocional.

Sem perder ritmo, Desobedientes oferece o que o gênero pede — pistas, reviravoltas, contradições — com uma camada extra: o debate sobre instituições que chamam de “tratamento” aquilo que, na prática, serve a interesses bem menos nobres. A temporada fecha cada capítulo com ganchos precisos, o bastante para você prometer “só mais um” e cumprir com gosto.

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Gabriel Pietro

Redator com mais de uma década de experiência.

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