CORONAVÍRUS

Tatá Werneck se compromete a expor figuras públicas que não respeitarem a quarentena

O conceito de aprendizagem diz que, para que saibamos se alguém aprendeu algo, precisamos observar se essa pessoa teve mudanças de comportamentos. Ou seja, não basta memorizar e repetir algo, é preciso que a pessoa aja de acordo com o que diz.

Aprender, entretanto, pode acontecer de inúmeras maneiras: enquanto alguns aprendem por observação e estudo, outros só aprendem quando erram e sofrem as consequências de seus erros.

Outros, ainda, como aconteceu recentemente com a “musa fitness” Gabriela Publiesi, não aprendem nem mesmo depois de sofrer consequências. No caso, a influencer, mesmo após ter sido uma das primeiras pessoas públicas a se contaminarem com coronavírus no Brasil, ainda permanece sem mudança de comportamento e ontem deu uma festa em sua casa.

Leia sobre isso em: Gabriela Pugliesi: quantas vezes uma pessoa precisa errar para realmente aprender?

E é nesse ponto que a a atitude de Tatá Werneck, que se comprometeu em “dedurar” as pessoas públicas que estão desrespeitando a quarentena, é tão importante.

“Eu tomei a decisão de expor os colegas que dizem para ficar em casa e não estão. Ou dão só uma passadinha ali desnecessária que pode contaminar uma galera. Hipocrisia”, desabafou a apresentadora nas redes sociais.

E assim ela fez:

“Gabriela, você vai me achar uma babaca depois desse comentário. Mas eu acho menos importante isso do que alertar as pessoas. Tão pedindo caminhão pros hospitais . Porque tá um caos. Minha prima médica (que pegou) chega chorando em casa. Porque eles já tem que escolher quem salvar. Você já teve. Está teoricamente ‘imune’. Eu acho que essa atitude, ainda mais pra um monte de gente que te segue e se inspira na sua vida saudável foi inadmissível”, escreveu a apresentadora na legenda do vídeo em que Pugliesi pede desculpas.

A atitude de Tatá Werneck funciona como um controle social, uma vez que torna público e evidente o ato inadequado de outra pessoa.

Como todos nós, na maioria das vezes, buscamos a aceitação das pessoas, quando somos vistos como “errantes” tendemos a sentir vergonha e evitamos repetir os mesmos atos.

Assim, a exposição serve para que mesmo aqueles que possuem pouca consciência, repensem suas atitudes para “não passar vergonha”.

Ou seja, quem não aprende pelo amor, que aprenda pela dor da rejeição. E, fica a dica, se podemos evitar passar essa vergonha. Por que não fazê-lo?

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