Em 2 de agosto de 1973, o Brasil testemunhou um dos sequestros mais emblemáticos de sua história: o desaparecimento do menino Carlos Ramires da Costa, de 10 anos, de sua residência na rua Alice, em Santa Teresa, Rio de Janeiro.
O caso comoveu o país na época; e o mistério em torno do sequestro de Carlinhos se tornou um mistério que perdurou por 50 longos anos. A polícia nunca resolveu o caso.
No entanto, desde aquela época, já havia suspeitas pairando sobre um personagem central: João Melo da Costa, pai do menino. Um renomado detetive particular da época, Bechara Jalkh, conduziu uma investigação minuciosa e chegou a uma conclusão chocante: João Melo seria o mentor por trás do sequestro.
“Ele sempre foi falido, vivia de aplicar golpes. A casa em Santa Teresa era muito humilde, as portas não fechavam, os vira-latas ficavam soltos num quintal sujo. Nenhum sequestrador agiria ali. A filha mais velha, Vera Lúcia, reconheceu Sílvio [funcionário do pai de Carlinhos] como o sequestrador, mas o João advertiu a filha que se ela falasse sobre isso ele acabaria preso”, revelou o detetive ao Grande ABC.
Hoje, o enigma que envolveu esse triste episódio foi desvendado pela mãe de Carlinhos, Maria da Conceição Ramires da Costa, que finalmente confirmou que seu próprio marido foi o responsável pelo sequestro do filho. João Melo da Costa faleceu em 2022, aos 99 anos, levando consigo os segredos e as marcas desse doloroso capítulo da história nacional.
Veja o comovente depoimento da mãe de Carlinhos:
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