Psicologia-diversos

Obrigada ao homem que me fez uma mãe solteira

Mãe solteira é aquela mulher que fica grávida e não tem o apoio do homem que a engravidou. Então ela decide cuidar sozinha de seu filho, dando origem à uma família monoparental.

As mães solteiras enfrentam grandes desafios, como a responsabilidade de fornecer educação, alimentação, proteção, e ensino ao novo ser humano que carrega em seu ventre.

Obrigada ao homem que me fez mãe solteira; tenho uma filha maravilhosa com grandes virtudes que me ensinou a ser mãe. Hoje em dia ela vive casada e feliz, e se tornou a avó das minhas duas lindas netas. E graças à essa experiência, posso escrever essas linhas.

A notícia de ser mãe solteira

Quando descobri que ia ter meu primeiro filho, eu tinha apenas 19 anos de idade. A notícia me chocou e me encheu de medo. Fui imediatamente compartilhar a notícia com o pai, mas não foi do seu agrado, o único pensamento que me veio à mente foi “Eu vou ser mãe solteira”.

Muitas questões também surgiram. “Estarei preparada para criar meu filho da maneira certa?” “Eu serei capaz de sustentá-lo financeiramente?” “O que eu vou fazer com meu filho?” “Quem cuidará do meu filho enquanto eu trabalho e estudo?”, Entre outras.

O grande compromisso que eu estava começando a ter com a criação do meu filho, e a gestão de uma casa sem a companhia ou o apoio de um parceiro, era muito difícil e grande para mim. Mas não tive outra escolha, tinha que enfrentar os desafios que a vida me impôs, pelos dois.

A vida continua para uma mãe solteira

Algumas décadas atrás, nossa sociedade estava cheia de preconceito e discriminação. Como mãe solteira, eu sabia que precisava seguir em frente, diante de pessoas que ficavam me apontando e acusando friamente.

Eu tive que pagar um preço muito alto, não apenas pela parte econômica, mas também pela pressão psicológica, e pela dupla posição aos quais fui exposta. Além dos preconceitos da minha família e do meu ambiente.

Eu estava ciente de que, na maioria dos casos, isso implicaria enfrentar a “dupla carga”, doméstica e laboral, em condições de desvantagem, se me comparasse com mães que compartilhavam essas responsabilidades com o pai de seus filhos.

A importância do apoio familiar

Com o passar dos anos, pude contar com a ajuda de alguns parentes e amigos próximos. No entanto, eu queria ser autossuficiente, mas esse desejo naquele momento era ambicioso demais, e eu tive que colocá-lo de lado.

Porque sozinho não se pode formar uma família, e as crianças precisam atender às necessidades de apoio emocional, social, e de cuidado. Isso eu consegui com êxito, quando aceitei minha realidade com maturidade e felicidade. Então comecei minha nova vida, embora, sem dúvida, não fosse nada fácil.

Algumas recomendações para as mães solteiras

Se você é uma mãe solteira, não se envergonhe, pelo contrário, sinta-se orgulhosa porque não há nada mais bonito do que dar tudo por seus filhos.

Mostre às pessoas que lhe criticam, que você pode alcançar o que se propõe a fazer, e lute para deixar seus filhos felizes e orgulhosos de você. Não deixe que a pressão social lhe sufoque, aqui estão algumas recomendações.

Deixe para trás a culpa

A primeira coisa que uma mãe solteira deve fazer, é esquecer a culpa. Portanto, aceite a sua realidade com amor para que você consiga criar seu filho seguro de si mesmo. Dessa maneira, poderá encarar seu futuro com a certeza de que você sempre o apoiará.

É importante que você se concentre em ser uma boa mãe, não que você seja mãe e pai, porque esse papel não corresponde a você.

Não se limite, termine seus estudos

Você deve reajustar suas prioridades, porque é importante que complete seus estudos. Então você pode ter um bom nível de educação formal, e com isso um melhor emprego.

É essencial manter um cronograma no que se refere a horários, dessa forma as tarefas serão mais fáceis, e também sobrará um tempo para a sua diversão.

Fale sobre o pai dele

Converse com seu filho desde pequeno a respeito de seu pai. Diga-lhe coisas positivas para não fomentar o ressentimento, mas não minta para ele. Não é aconselhável inventar histórias, ou exagerar as virtudes de seu pai.

Conte-lhe sobre os bons momentos em que você viveu com ele, e quando tiver a idade apropriada, poderá dar a ele os detalhes que ele merece saber. Isso irá minimizar a ausência paterna com respostas simples.

No entanto, devemos ter em mente que cada criança é diferente. O ideal é que você vá a um psicólogo especializado, para aconselhá-la sobre a melhor maneira de dizer ao seu filho quem é seu pai biológico, sem causar-lhe traumas a longo prazo.

Fonte indicada: Melhor com Saúde

Via A Soma de Todos os Afetos

CONTI outra

As publicações do CONTI outra são desenvolvidas e selecionadas tendo em vista o conteúdo, a delicadeza e a simplicidade na transmissão das informações. Objetivamos a promoção de verdadeiras reflexões e o despertar de sentimentos.

Recent Posts

Josie Conti explica: por que algumas memórias continuam doendo?

Algumas lembranças parecem pertencer ao passado, mas continuam despertando medo, tristeza, ansiedade ou desconforto no…

18 horas ago

Ele tomou 4L de água por dia durante um ano e o efeito no corpo surpreendeu médicos

O que 4 litros de água por dia durante 365 dias fizeram com o corpo…

3 dias ago

Você lembra da menina mais bonita do mundo? Ela cresceu, se casou e as fotos impressionam

A menina mais bonita do mundo cresceu: veja como ela estava no dia em que…

3 dias ago

Você provavelmente já fez algumas destas coisas que a Bíblia condena sem saber

Você faz alguma delas? A Bíblia condena atitudes que hoje parecem completamente normais

3 dias ago

Você desperta, tenta se mexer, mas nada acontece: o motivo pode ser mais comum do que parece

Já sentiu o corpo travado ao acordar, mesmo estando consciente? Veja o que isso significa

3 dias ago

Homem que vivia tendo acessos de raiva desabou ao ver o que médicos encontraram em seu cérebro

Ele sofria com explosões de raiva sem explicação até uma imagem do cérebro revelar algo…

3 dias ago