Chega um feriadinho e a gente logo pensa em como aproveitar da melhor maneira possível :Um passeio, uma reunião com os amigos, quem sabe uma visita aos parentes, pintura da casa, colocar a casa e a vida no lugar.
Mas então a gente começa a se preparar para seja-lá-o-que-for que estamos planejando e… sem pedir qualquer licença se instalam as nuvens negras da tempestade imaginária que vai cair a qualquer momento nas nossas vidas, só porque resolvemos planejar algo mais divertido do que trabalhar e cumprir a rotina fielmente.
Não que trabalhar e viver a rotina sejam coisas negativas, pelo contrário, são essas repetições que regem nosso calendário e fazem os momentos de pausa serem tão valorizados. Mas, penso que não nos demos conta de alguns paradigmas que andamos criando nos últimos tempos. No dia a dia não temos muitas opções, pois devemos trabalhar e cumprir os afazeres em qualquer situação, com chuva e sol, calor e frio, trânsitos, greves, mal humor, dores e dores (para todas as variações).
Mas, e que fique bem claro que não estamos falando de nenhuma patologia e sim dos truques que usamos para nos vitimizar, no momento em que consideramos a possibilidade de ousar nos divertir e relaxar, aí o mundo desaba e os pânicos preenchem todos os espaços que deveriam pertencer ao prazer.
E são tantos “vamos” e “nãos” que acabamos concluindo que vivemos com uma cartela de pânicos que nos impedem de dar um passo a mais em favor do nosso conforto.
Sim, porque enfrentamos tudo para ir ao trabalho, mas queremos que o prazer bata à nossa porta, para nos livrar dos perigos.
É hora, pois, de pensarmos que, se não enfrentarmos todos esses receios, eles certamente nos engolirão sem piedade, e nossa vida será um emocionante “conto de nadas”!
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