A Record TV enfrenta uma condenação significativa por sua participação na degradação do patrimônio histórico de Minas Gerais. Conforme apurado pelo colunista Tiago Minervino, do UOL, a emissora está envolvida na deterioração de pinturas rupestres que remontam a cerca de 10 mil anos atrás, localizadas em um sítio arqueológico na Serra do Pasmar, no município de Gouveia, região de Diamantina.
Ao que tudo indica, o crime se deu nas filmagens da minissérie ‘Rei Davi’, de 2011. Os funcionários da Record TV teriam utilizado tinta branca em rochas que continham pinturas rupestres de 10 mil anos. O objetivo era aprimorar o contrante das imagens nas cenas – o que teria sido feito sem qualquer preocupação com a preservação do local histórico.
A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ratificou a condenação de R$ 2 milhões que lhe foi imposta pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Esta condenação foi inicialmente determinada pelo TJMG, em resposta a uma ação do Ministério Público do Estado. Apesar das tentativas de recurso por parte da emissora, a decisão da corte se manteve.
Os valores envolvidos são consideráveis: R$ 1 milhão destinado a reparar danos morais coletivos e outro R$ 1 milhão como forma de compensação ambiental. Além disso, a Record TV terá de arcar com as despesas relacionadas à perícia do local e será obrigada a conduzir uma campanha de conscientização sobre a importância da conservação ambiental.
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Redação Conti Outra, com informações do Entretê/Terra e Revista Ana Maria.
Foto destacada: Reprodução.
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