A estreia de Smurfs, em Los Angeles, virou assunto muito além da animação: aos 73 anos, John Goodman surgiu com 90 kg a menos e roubou os flashes ao lado de Rihanna e James Corden, colegas de elenco na dublagem.
Vestindo terno azul‑marinho, camisa branca e gravata marrom, o astro mostrou um perfil bem diferente daquele dos tempos de Roseanne, quando seu peso chegou perto dos 180 kg.
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O caminho para esse resultado começou ainda em 2007, quando o ator decidiu largar a bebida, buscar acompanhamento nutricional e levar a sério caminhadas com os cães, boxe leve e treinos até seis vezes por semana.
Ele adotou um cardápio inspirado na dieta mediterrânea — mais vegetais, proteínas magras, nada de açúcar refinado — e passou a registrar tudo o que comia para ter noção real das porções.
Em entrevistas, Goodman relembra que antes costumava perder peso rápido só para depois “se recompensar” com cerveja e comida em excesso.
Dessa vez, ele trocou a lógica das recompensas por metas de longo prazo, como manter energia para filmagens e preservar as articulações, que sofriam com o sobrepeso.
A disciplina ganhou reforço quando o personal trainer Mackie Shilstone entrou em cena. O profissional mesclou exercícios de resistência com sessões de boxe de até 90 minutos e incluiu alongamentos diários para preservar mobilidade.
Goodman conta que prefere suar cedo, assim evita a preguiça noturna e ainda chega aos sets com disposição.
O resultado acumulado em quase duas décadas é visível nas comparações de fotos antigas: rosto mais marcado, cintura afinada e postura que já não denuncia dores nas costas.
Nas redes sociais, fãs celebraram o “novo Dan Conner” e elogiaram a consistência do ator — ele já havia mostrado a silhueta em 2023, mas a aparição deste mês confirmou que o barrômetro continua em queda e sob controle.
Embora satisfeito, o astro diz que o processo continua: mantém reuniões diárias de Alcoólicos Anônimos para segurar a sobriedade e evita dietas radicais, apostando em equilíbrio para que o ponteiro da balança não volte a subir.
Segundo o próprio Goodman, “não existe atalho — só hábito firme, dia após dia”.
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