Hoje uma linda atitude chegou aos meus olhos e alimentou a minha dose diária de esperança: li em um artigo da Folha que, em Montevidéu, cerca de 5000 livros foram incluídos como “ingredientes” em cestas básicas.
Imediatamente me questionei que a atitude visava o entretenimento das pessoas que estão em confinamento. Entretanto, há nesse gesto uma metáfora ainda mais poderosa: os livros também são alimentos essenciais.
Eu até, em certa ocasição, comparei a leitura com “nutrição”.
Hoje a leitura invadiu o meu dia, enraizou-se em meus instantes e nutriu pensamentos…
Josie Conti
Livros realmente são como comida para o nosso corpo. Eles trazem nutrientes que melhoram a visão, previnem doenças mentais e até mesmo o Alzheimer. Quem pode dizer o contrário?
Lá em Montevidéu tinha Camus, Júlio Verne, Hermann Hesse, George Orwell….todos prontinhos para serem literalmente “devorados”!
A ideia, segundo Juan Canessa, secretário geral da prefeitura e idealizador da prefeitura, a intenção era levar para as pessoas mais do que algo para superar a emergência. Eles quiseram fazer um carinho para os coração das pessoas.
Pois penso que conseguiram. Foi uma linda e poética iniciativa.
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Nota da página– Descobrimos que em Porto Alegre uma atitude semelhante também foi realizada. Confiram aqui.
Imagem de capa: Prefeitura de Montevidéu/divulgação
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