JORNALISMO

Adolescente de 16 anos é condenada a 12 meses de serviços comunitários por praticar bullying

O bullying é um dos problemas que mais preocupa os pais, autoridades e várias organizações em torno dos sistemas educacionais. Uma escola pode ter professores muito bons e uma infraestrutura invejável, mas se as salas de aula e os corredores da intituição forem espaços popícios a casos graves de bullying, essa escola não estará cumprindo plenamente sua finalidade educacional.

Foto de Keira Burton no Pexels

Diferentes medidas foram tomadas em cada país para lidar com o bullying nas salas de aula. Muitos estão surpresos com a ação tomada pelo Gabinete do Procurador Nacional da África do Sul em face de um caso grave de bullying. Acontece que recentemente soube-se de uma estudante de 16 anos da Mathole High School, em Mahlabathini, que atacou com a intenção de causar ferimentos graves a outra colega, impactando toda a comunidade escolar pela violência que utilizou.

A atitude da adolescente causou indignação para muito além dos muros da escola e foi encarado pela Justiça do país como um crime.

Foto de Keira Burton no Pexels

A acusação conseguiu que a jovem fosse punida com um ano de serviço comunitário, pelo qual será supervisionada por um oficial de liberdade condicional durante a sua pena. Uma sanção que será acompanhada pela sujeição do vitimizador a vários dias de terapia intensiva, para administrar os problemas subjacentes e corrigir as causas que possam ter causado seu comportamento violento.

“Na sentença, a juíza Fátima Khawula estabeleceu algumas condições: a saber, que a acusada não pode deixar o distrito judicial sem o consentimento prévio por escrito do oficial de condicional, e deve apresentar um pedido de desculpas por escrito à vítima (…) A diretora do Ministério Público em KwaZulu-Natal, Adv. Elaine Zungu saudou a conclusão deste assunto”, relatou Natasha Kara, porta-voz da Procuradoria Nacional da África do Sul, conforme relatado pela East Coast Radio.

Foto de RODNAE Productions no Pexels

Finalmente, também foi decidido que o oficial de liberdade condicional encarregado de monitorar a perpetradora também deve facilitar a mediação e resolução do conflito entre a acusada e a vítima. Assim, dessa forma, espera-se que um episódio como esse nunca mais aconteça em suas salas de aula.

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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos meramente ilustrativas/Reprodução.

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