10 razões pelas quais você precisa de pelo menos 8 abraços por dia

“Quando foi a última vez que tiveste um abraço? Não digo um daqueles abraços falsos, um bocado forçados, tipo saudação social, mas um verdadeiro abraço, sincero, honesto e bom? Espero que não tenha sido há muito tempo. Nunca subestime os benefícios de um abraço. Um abraço pode fazer-nos sentir muito melhor e contribuir para o nosso bem-estar, verdadeiramente. Os Abraços realmente têm um poder incrível!

Mesmo quando não há ninguém por perto para nos abraçar ou para abraçarmos, podemos obter algum conforto abraçando uma almofada, um animal de estimação, um peluche ou mesmo uma árvore. Quantas vezes já viste uma criança a abraçar um urso de peluche ou a sua boneca favorita? Isso dá-lhes uma sensação de segurança e fá-los sentir melhor. Embora a maioria dos adultos não admita isso, eles também provavelmente tem um objecto favorito para recorrer ou um animal de estimação, quando não há parceiro abraço humano nas proximidades. Os Abraços são terapêuticos!” (Ser único)

Para Marcus Julian Felicetti a Terapia do Abraço é definitivamente um poderoso caminho para cura. Pesquisas mostram que o abraço (assim como o riso) é extremamente eficaz na cura de mal estares, solidão, depressão, ansiedade e estresse. Além disso, que um abraço apertado onde os corações são pressionados junto ao peito, podem trazer benefícios nas seguintes situações:

  1. O toque carinhoso de um abraço gera confiança e senso de segurança. – o que ajuda na possibilidade de uma comunicação entre o receptor e o doador do abraço..
  2. Abraços podem aumentar instantaneamente os níveis de oxigênio no sangue reduzindo sentimentos de solidão, isolamento e raiva.
  3. Um abraço apertado e longo eleva os níveis de serotonina, melhorando o humor e criando sentimento de felicidade.
  4. Abraços reforçam o sistema imunológico. Uma pressão suave sobre o esterno gera uma carga emocional que ativa o chakra plexo solar ², estimula a glândula do timo que regula e equilibra a produção de leucócitos (células brancas do sangue) e que por sua vez, mantém uma pessoa saudável e livre de doenças.
  5. Abraços aumentam a autoestima. Desde o momento do nascimento o toque de pessoas da família nos ensina que somos amados e especiais. A associação do amor próprio e sensações táteis guardadas desde a tenra idade ainda continuam gravadas no sistema nervoso de adultos. Afagos que recebemos do pai e da mãe durante o crescimento ficam impressos no nível das células. Abraços, portanto, nos conectam à nossa capacidade de amor próprio.
  6. Abraços relaxam os músculos e aliviam tensões no corpo. Abraços podem aliviar dores pelo aumento de circulação nos tecidos moles.
  7. Abraços equilibram o sistema nervoso. Respostas galvânicas da pele de alguém que recebe ou dá um abraço mostram alterações na condutância da pele.  O efeito da umidade e da eletricidade na pele sugerem um melhor equilíbrio no sistema nervoso parasimpático.
  8. Abraços são lições de como dar e receber. Abraços nos ensinam que o amor flui nos dois sentidos entre quem dá e quem recebe.
  9. Abraços são muito semelhantes à meditação e ao riso. Eles nos ensinam a viver o momento presente. Eles nos encorajam a fazer fluir a energia da vida. Abraços nos tiram de pensamentos circulares e nos conectam com o coração, os sentimentos e a respiração.
  10. A troca de energia entre pessoas que se abraçam é um investimento no relacionamento. Ela encoraja a empatia e o entendimento. E, é sinérgico, o que significa que o resultado final é maior que a somas das partes. Esta sinergia produz relacionamentos do tipo “ganha-ganha”, onde todos ganham – quem dá e quem recebe. (Tradução dos tópicos via: Terceira Idade Melhor)

Como diz Virginia Satir ³, a respeitável terapeuta de família:

“Precisamos de 4 abraços por dia para sobreviver.

Precisamos de 8 abraços por dia para nos manter.

Precisamos de 12 abraços por dia para crescer. “

E, um complemento aqui com uma nota da CONTIoutra, mesmo quem aparentemente poderia não querer ou não conseguir ter contato físico, pode ter necessidade ou interesse no abraço. Lembrem-se da história e/ou filme sobre a autista savant Temple Graudin onde uma de suas invenções foi uma “máquina do abraço”.

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