Por Josie Conti
Por indicação do crítico de cinema Octavio Caruso assisti recentemente Woody Allen: Um Documentário. (2012), dirigido por Robert B. Weide.
Regado com depoimentos de diversos artistas que já trabalharam com o grande mestre, o documentário conta a história da carreira de Woody Allen. Após assisti-lo, é quase impossível não rememorar as cenas que mostravam como, quase sem nenhuma experiência prévia, o franzindo Woody obteve aval completo dos patrocinadores para trabalhar nos filmes sendo, além de roteirista, o diretor e na maioria das vezes também ator de seus filmes.
Em um dos trechos, quando questionado, após um período de queda de popularidade, se, ao invés de fazer um filme por ano- como tem feito há 40 anos- se teria interesse em fazer um a cada dois anos, Woody mal cogitou a hipótese. Para ele a constância do trabalho aparenta ser muito mais interessante que as críticas. É o movimento de criação e de execução que o alimenta. Já o glamour e os tapetes vermelhos nada mais são do que um obstáculo a ser ultrapassado. Woody aparece muito à vontade na privacidade de seu quarto, onde datilografa seus textos na mesma máquina que o acompanhou por quase toda sua carreira. São cenas que, se me permitem a liberdade de dar uma opinião totalmente pessoal, ilustram um estado de felicidade plena.
Há em Woody a característica essencial de identificação da neurose social e a transformação desse olhar em um humor simples, mas sagaz. Em suas qualidades ou mesmo enfrentando grandes polêmicas, ele é autêntico. E, como Woody Allen não é como ninguém, ninguém é como Woody Allen.
Não tenho dúvidas que é essa autenticidade inigualável que o mantém onde está, com quase 80 anos, ainda fazendo um filme por ano e, em um dos últimos, “Meia noite em Paris”, de 2012, obtendo uma das maiores bilheterias de sua carreira.
Abaixo o trailler do documentário.
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