Um comissário de bordo pode amarrar ou conter fisicamente um passageiro em situações extremas, mas sempre seguindo protocolos internacionais de segurança aérea.
Isso não é algo feito de forma arbitrária — existe uma base legal e operacional. Eis os principais pontos:
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Convenção de Tóquio (1963): dá ao comandante autoridade total sobre a aeronave, incluindo ordenar que passageiros sejam contidos.
Regulamentos de companhias aéreas: cada empresa possui procedimentos internos que treinam a tripulação para usar técnicas de contenção mínima necessária até o pouso.
Autoridade do comandante: é ele quem decide se a contenção será aplicada, mas os comissários podem agir imediatamente em caso de ameaça iminente.
As companhias usam “restraint kits” (kits de contenção), que geralmente incluem cintas plásticas ou tiras de velcro reforçadas, próprias para imobilizar braços e pernas.
O objetivo não é punir, mas impedir que o passageiro continue oferecendo risco.
Assim que o avião pousa, a pessoa é entregue às autoridades locais do aeroporto.
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