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Você sabia? O momento chocante em que um comissário de bordo pode – E DEVE – amarrar um passageiro no voo

Um comissário de bordo pode amarrar ou conter fisicamente um passageiro em situações extremas, mas sempre seguindo protocolos internacionais de segurança aérea.

Isso não é algo feito de forma arbitrária — existe uma base legal e operacional. Eis os principais pontos:

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Situações em que a contenção é autorizada

  1. Agressividade ou violência: quando o passageiro ameaça fisicamente a tripulação ou outros viajantes.
  2. Risco à segurança do voo: se a pessoa tenta abrir a porta da aeronave em voo, manipular equipamentos de emergência ou interferir no trabalho dos comissários.
  3. Comportamento fora de controle: casos de embriaguez extrema, surtos psicológicos ou uso de drogas que resultem em conduta perigosa.
  4. Tentativas de sabotagem ou terrorismo: qualquer ação que represente risco deliberado à aeronave.

Base legal e protocolos

Convenção de Tóquio (1963): dá ao comandante autoridade total sobre a aeronave, incluindo ordenar que passageiros sejam contidos.

Regulamentos de companhias aéreas: cada empresa possui procedimentos internos que treinam a tripulação para usar técnicas de contenção mínima necessária até o pouso.

Autoridade do comandante: é ele quem decide se a contenção será aplicada, mas os comissários podem agir imediatamente em caso de ameaça iminente.

Como é feito

As companhias usam “restraint kits” (kits de contenção), que geralmente incluem cintas plásticas ou tiras de velcro reforçadas, próprias para imobilizar braços e pernas.

O objetivo não é punir, mas impedir que o passageiro continue oferecendo risco.

Assim que o avião pousa, a pessoa é entregue às autoridades locais do aeroporto.

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Gabriel Pietro

Redator com mais de uma década de experiência.

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