A CMO da Riachuelo Cathyelle Schroeder, reponsável por assinar o uniforme que a delegação do Time Brasil usará nas cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Paris, falou com a coluna Gente, da revista Veja, após a enxurrada de críticas que o traje vem recebendo nas redes sociais desde que foi anunciado.
Cathyelle falou sobre como tem recebido as crítcas. “Nossa política como empresa é ouvir e acolher. Esse trabalho envolveu diretamente cerca de quinhentas famílias, ao longo de dois anos, desde criação, costura, modelagem, corte, embalagem, transporte, controle de qualidade, bordado… Fizemos tudo com amor e paixão para fazer acontecer. Quando as críticas chegam, nosso papel é ouvir.
Ela também respondeu qual o seu sentimento ao ler as críticas: “Falo também pelas famílias das bordadeiras e de todos os envolvidos… Todo mundo entregou um trabalho com amor e verdade. Claro que ninguém fica feliz, ainda mais num momento que deve ser de união, de estarmos juntos para vibrar pelos nossos atletas.
Cathyelle Schroeder justificou a escolha do jeans como tecido para representar o país: “O Brasil é o segundo maior consumidor de jeans no mundo, oscilando às vezes para primeira posição. E quando se olha para o ecossistema da Riachuelo, percebe o quanto o jeans é potente enquanto produto. Fizemos a lavagem via ozônio, garantindo menos consumo de água para manter a linha de sustentabilidade que abraçamos e tem a ver com a história dessa Olimpíada.”
A CMO da Riachuelo também falou sobre a brasilidade no traje dos atletas: “Cada jaqueta é única, foi bordada por uma pessoa diferente. São bordadeiras no semiárido nordestino, de uma minúscula cidade do Rio Grande do Norte, chamada Timbaúba dos Batistas, com apenas 2.300 habitantes. Foram oitenta mulheres trabalhando nisso.”
A revista Veja apontou que um uniforme que não atende as expectativas da torcida em Paris, cidade considerada capital mundial da moda, traz um peso ainda maior e questionou Cathyelle se em algum momento isso foi levado em consideração. E ela respondeu: “Todo o processo criativo foi pensando nisso. A referência internacional estava apresente desde o começo. A Dior, por exemplo, o uso das listras de origem do uniforme dos marinheiros franceses, a camiseta que não segue linearidade… O grande objetivo era trazer a sustentabilidade.”
Questionada sobre o que um uniforme tem que ter para ser considerado bonito e elegante numa abertura de Olimpíada, Cathyelle Schroeder respondeu: “Tem que dar conforto ao atleta e representar bem o país, trazer verdade.”
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