O caso da morte violenta de Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, ganhou um novo e surpreendente capítulo nesta semana. A adolescente, moradora do bairro rural de Ponunduva, em Cajamar (SP), foi encontrada sem vida, com os cabelos raspados e indícios de violência grave, em uma área de mata. Agora, uma descoberta feita pela perícia pode mudar os rumos das investigações.
Durante a análise pericial no carro do principal suspeito, Maicol Antônio Sales dos Santos, a Polícia Civil identificou material genético masculino não compatível com o de Maicol. A amostra foi localizada na parte traseira do banco dianteiro direito do veículo Toyota Corolla — o mesmo local onde, segundo as investigações, Vitória foi atacada.
O dado consta no relatório final do inquérito assinado pelo delegado Fabio Lopes Cenachi, que destacou a importância da descoberta: “Naquela pequena porção, por si só, não é possível que você associe a participação de um terceiro indivíduo na ocultação do corpo. Ela é factível pela presença do material”.
Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (29), o promotor Jandir Moura Torres, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), anunciou a solicitação de um novo inquérito policial para apurar a possível participação de outra pessoa no caso, especialmente no que diz respeito à tentativa de esconder o corpo.
“O Maicol pode ter tido a participação de terceiras pessoas que ainda não foram identificadas. Não há suspeitos”, afirmou o promotor.
Por estar sob sigilo judicial, os detalhes da investigação não foram divulgados. No entanto, a nova linha de apuração reforça a complexidade do caso e abre espaço para outras hipóteses sobre o que realmente aconteceu na noite em que Vitória perdeu a vida.
A adolescente era descrita por moradores de Ponunduva como uma jovem alegre, sem conflitos ou inimizades conhecidas. A gravidade do episódio chocou a comunidade e mobilizou autoridades desde o início da apuração.
Com a instauração do novo inquérito, a polícia deve cruzar dados genéticos em busca de possíveis correspondências no banco nacional de perfis genéticos e aprofundar o levantamento sobre o círculo de convivência do suspeito. A identificação do novo perfil genético pode ser chave para elucidar a possível participação de outras pessoas no caso.
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