Se toda vez que você tenta se priorizar surge culpa, desconforto ou a sensação de estar “fazendo algo errado”, isso não acontece por acaso.
Na experiência clínica da psicóloga Josie Conti, esse tipo de culpa raramente está ligado ao presente. Ela costuma ter raízes profundas na história emocional de quem, desde cedo, aprendeu que ser amado significava ceder, cuidar ou se anular.
Muitas pessoas chegam à terapia dizendo que sabem, racionalmente, que têm direito a limites. Ainda assim, quando começam a exercê-los, algo dentro reage com angústia.
Isso acontece porque, do ponto de vista psicodinâmico, colocar-se em primeiro lugar pode ser vivido como uma quebra de lealdade inconsciente — à família, à história ou aos papéis que a pessoa ocupou por muito tempo.
Como observa Josie Conti:
“A culpa costuma aparecer quando o sujeito sai de um lugar psíquico conhecido, mesmo que esse lugar tenha sido fonte de sofrimento.”
A culpa que surge nesses momentos não indica falta de empatia ou excesso de individualismo. Ela costuma sinalizar um conflito entre:
o desejo de autonomia
e o medo inconsciente de perder amor, pertencimento ou reconhecimento
Em muitos casos, a pessoa não está escolhendo entre si e o outro — está tentando existir fora de um modelo interno em que só havia espaço para o outro.
Quem se cobra demais tende a sentir culpa com facilidade. Isso porque o ideal interno é rígido: descansar, dizer não ou mudar de posição pode ser vivido como falha moral.
Na clínica, é comum que pessoas altamente responsáveis, funcionais e cuidadoras cheguem exaustas — sem conseguir relaxar ou desfrutar conquistas.
Segundo Josie Conti:
“Há sujeitos que se sentem culpados não porque erraram, mas porque estão deixando de sustentar algo que nunca foi responsabilidade deles.”
A culpa não se resolve apenas com decisões conscientes ou afirmações positivas. Ela é um afeto que responde à história, não à lógica.
Enquanto o conflito interno não é elaborado, a culpa tende a retornar — mesmo quando a pessoa faz escolhas necessárias e saudáveis.
É por isso que a psicoterapia não busca eliminar a culpa rapidamente, mas compreender sua função, sua origem e o lugar que ela ocupa na vida psíquica do sujeito.
A psicoterapia online permite um trabalho clínico sério, ético e profundo, respeitando o ritmo de cada pessoa.
Para muitos pacientes, especialmente aqueles que moram fora do Brasil ou têm rotinas intensas, o atendimento online viabiliza o cuidado sem perder a qualidade do vínculo terapêutico.
O trabalho desenvolvido por Josie Conti é orientado pela escuta psicodinâmica, com foco em:
compreensão da história emocional
elaboração de conflitos inconscientes
construção de posicionamentos mais autênticos
fortalecimento da autonomia psíquica
Como ela mesma costuma destacar:
“Colocar-se em primeiro lugar não significa excluir o outro, mas deixar de se excluir.”
A psicoterapia online pode ser especialmente útil para quem:
sente culpa constante ao se priorizar
tem dificuldade em colocar limites
se cobra excessivamente
vive conflitos recorrentes nos relacionamentos
sente angústia mesmo quando tudo parece “bem”
mora no exterior e deseja atendimento em português
Talvez o seu sofrimento não esteja no fato de se colocar em primeiro lugar, mas no preço emocional que você aprendeu a pagar para não fazê-lo.
A psicoterapia oferece um espaço para compreender isso com profundidade — sem rótulos, sem pressa e sem promessas irreais.
Se você sente que chegou o momento de olhar para esse conflito com mais cuidado, o atendimento online pode ser um primeiro passo possível.
Para saber mais sobre o funcionamento da psicoterapia online e verificar disponibilidade, entre em contato e agende uma CONVERSA INICIAL COM A PSICÓLOGA JOSIE CONTI
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