A prisão que movimentou as redes nesta semana não se limitou às ameaças contra o influenciador Felca.
Ao cumprir os mandados em Olinda (PE), investigadores encontraram indícios de um esquema mais amplo envolvendo acesso irregular a sistemas públicos e outros crimes cibernéticos — o que muda o tamanho do caso.
A Polícia Civil de São Paulo localizou o suspeito em Olinda, com apoio da polícia local, após rastrear e-mails com ameaças enviadas a Felca e a uma psicóloga entrevistada por ele.
O Tribunal de Justiça de SP havia autorizado medidas urgentes de investigação e quebra de sigilo para identificar o autor das mensagens.
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No momento da abordagem, o computador do suspeito estava aberto em uma plataforma da Segurança Pública de Pernambuco, fato que será periciado.
Em outra frente, as autoridades afirmam que ele produzia/falsificava documentos para disseminar desinformação e intimidar o influenciador, inclusive com tentativa de inserir dados no Banco Nacional de Mandados para gerar um falso mandado de prisão.
Segundo o secretário de Segurança de SP, Guilherme Derrite, o investigado também lucrava com “material infantil” nas redes e fazia parte de grupos que exploravam esse tipo de conteúdo — afirmações que agora entram na linha de apuração da polícia.
As reportagens descrevem ainda planos para invadir sistemas governamentais e outros atos de coerção digital.
A Agência Brasil informa que o suspeito foi autuado por ameaça, perseguição e associação criminosa praticadas em ambiente virtual. Outro homem que estava com ele também foi levado à delegacia em flagrante delito, e equipamentos foram apreendidos para perícia.
Felca publicou um vídeo de grande alcance denunciando a adultização de crianças e adolescentes e citando nomes e práticas problemáticas nas redes.
Após isso, passou a receber mensagens com ameaças de morte e falsas acusações, o que motivou a ação policial e as medidas judiciais subsequentes.
De acordo com a UOL e a CNN, os investigadores apuram se o suspeito vendia acessos a dados sigilosos e se teria vínculos com grupos que exploram menores na internet — pontos em investigação que, se confirmados, ampliam o alcance do caso para além das ameaças.
Veja o vídeo aqui.
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