Todo profissional que é especializado em uma área específica de atuação assimila, ao longo dos anos, algumas dezenas de palavras que remetem às teorias que alicerçam seu trabalho.
Estar em constante contato com pessoas que estudam as mesmas coisas naturaliza a terminologia e faz com que ela pareça óbvia. Entretanto, a coisa não é bem assim.
“Seio bom e seio mal”, “Complexo de castração”, “Cortar o cordão umbilical”, “Complexo de Édipo”, entre tantas outras metáforas das mais diversas abordagens, são só alguns exemplos.
Em diversas ocasiões tenho encontrado artigos publicados por leigos discorrendo longamente sobre o absurdo de algumas terminologias que hoje estão disponíveis em revistas e outros meios de comunicação. O problema é que essas palavras, longe de um conhecimento específico, podem passar uma mensagem diferente daquela proposta pela abordagem original. E, aqui está a questão, pois essas pessoas não têm obrigação nenhuma de conhecer essas teorias. Somos nós, profissionais da área, que devemos nos comunicar de maneira clara e compreensível para a correta interpretação do interlocutor, seja ele quem for.
Abaixo, através de um vídeo cômico da Dona Hermínia, a mensagem fica bem clara.
O vídeo foi uma indicação de nossa página parceira Psique em Equilíbrio.
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