Que sejamos capazes de enxergar ao outro que passa pelo nosso caminho, mesmo que não tenhamos uma religião ou acreditemos em um “ser maior”.
Que não sejamos indiferentes a capacidade humana de regeneração, no perdão e na reconstrução de vidas daqueles que, talvez, tenham errado mais do que nós.
Que não busquemos refúgio no cinismo quanto a vida estiver difícil. Afinal, é preciso crer em algo, e essa crença pode ser na esperança de dias melhores e de novos caminhos.
Que não sejamos preconceituosos com quem traz um “Deus” dentro de si. Afinal, a liberdade é um dos maiores dons da humanidade. Que não sejamos injustos com a diferença. Não é preciso reproduzir um hábito ou crença, basta que o respeitemos.
Que levemos nossas vidas com parcimônia e reflexão: pensar no permite olhar melhor para os detalhes.
E, como já descobriram os sábios, a felicidade mora nas pequenas coisas e pode ser encontrada “em momentos de descuido”.
Amém para o que e quem vier para o bem!
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