Santa Mãe que sopra esse vento manso sobre nós, que vive em lugar seguro entre o dia e a noite, desliza teu riso franco na brisa e dá a teus filhos um pouquinho de teu calor amoroso.
Vem, Tardinha, aquece e ilumina com teu sol alaranjado os cantos frios e acinzentados desta alma de paredes brancas encardidas de aflição. Venta tua brisa mansinha em minhas feridas ardendo.
Inunda com teu azul infinito minha escuridão solitária. Silencia e acalma com o canto de teus anjos o barulho que me mantém em sobressalto. Traz teu horizonte largo e faz festa em minha visão estreita e pobre.
Entrega o recado honesto do poente àqueles que encerram, iniciam ou prosseguem suas horas de trabalho. Como um carinho à toa, diz a teus filhos aqui embaixo que isso há de valer a pena, que a lida será bem-vinda e a vida estenderá de tudo um pouco às mãos afeiçoadas ao ofício honesto e produtivo.
E que nossa noite mais escura, Tardinha, venha sempre com o carinho por ti recomendado. E nos prepare com alegria para a manhã seguinte de coração em festa, certos de que em breve seremos de novo teus filhos de sempre, tocados por teu sol poente, beijados por tua brisa fresca, amados por tua presença, Tardinha. Amém!
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