Susan Maushart viveu a fantasia de todos os pais: ela ”desconectou” seus filhos adolescentes.
Durante seis meses, ela tirou a Internet, TV, iPods, celulares e videogames. O estranho brilho das telas parou de iluminar o quarto da família. Dispositivos eletrônicos já não bipavam durante a noite como “grilos malignos”. E ela parou de levar seu iPhone para o banheiro.
O resultado do que ela grandiosamente chama de “A Experiência” foi mais um “OMG” (sigla de “oh meu deus!”) do que um LOL (sigla de “risos”) – e nada menos que uma imersão na RL (vida real).
Como Maushart explica em um livro lançado nos EUA esta semana chamado “The Winter of Our Disconnect ” (Penguin, 16,95 dólares), ela e seus filhos redescobriram os pequenos prazeres – como jogos de tabuleiro, livros, domingos preguiçosos, fotos antigas, as refeições da família e ouvir música juntos, em vez de ligá-las a todos os seus iPods.
Seu filho Bill, um viciado em videogame e TV, encheu o seu recém tempo livre tocando saxofone. “Ele trocou o Grand Theft Auto (jogo de videogame) para o songbook de Charlie Parker,” Maushart escreveu. Bill disse que a experiência era apenas um “gatilho”, e ele teria encontrado seu caminho de volta para a música eventualmente. De qualquer maneira, ele conseguiu tocar sax tão bem que, quando a proibição dos aparelhos terminou, ele vendeu o controle de jogos e está agora estudando música na faculdade.
Seus outros filhos tiveram uma melhora de desempenho na escola, já que não ficavam distraídos com seus aparelhos e suas redes sociais.
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