Larissa Dias

O amor à profissão faz toda a diferença!

Sou estudante de comunicação social, e toda sexta-feira tenho aula com professor Sclavi. Esse monstro da comunicação, cuja matéria me fascina, consegue prender a atenção dos alunos, nos mostrando a realidade do jornalismo brasileiro.

Com um toque de humor e leveza, suas aulas são dinâmicas, e muito divertidas. Ronald, é aquele tipo de professor que dá gosto de sentar à mesa e esquecer o mundo para estudar sua matéria.

Lembro-me na época do ensino médio, onde os alunos cabulavam as aulas para saírem. Quando não saíam, ficavam na porta da escola batendo papo. Até porque, raramente havíamos aula às sextas-feiras. Então, aproveitávamos para dar uma escapadinha (risos). Entretanto, se naquela época estivéssemos na faculdade, eu e meus colegas, faríamos questão de frequentar às aulas se nosso professor fosse o Ronald.

Elogios à parte, tenho observado que nosso mestre tem amor à profissão, e apesar de sua entrega, sua atuação tem sido pouco valorizada. Tanto na universidade, como na rede estadual e pública de ensino, os professores ainda ganham salários inferiores à sua dedicação. Não é atoa que vez ou outra, fazem manifestações por aumento de salarial. O que é justo quando se tem um papel fundamental na vida de milhares de pessoas.

Esses profissionais que vão as ruas manifestarem sua insatisfação, são seres humanos que dedicaram grande parte de suas vidas para nos ensinar, e através de sua profissão, constroem um mundo melhor.

Os alunos fazem a faculdade, e são responsáveis pela sua formação, contudo, é maravilhoso quando me deparo com professores que, através de sua simplicidade, conseguem instigar os alunos a estudarem mais. Apesar da desvalorização, esses mestres deixam claro que sentem amor pela profissão, e orgulho dos alunos que um dia, assim como eles, farão diferença em suas respectivas atuações.

Imagem de capa: sirtravelalot/shutterstock

Larissa Dias

Estudante de jornalismo, radialista por amor, escritora nas horas vagas. Adora dar boas risadas, costuma passar os domingos de pijama assistindo filmes e séries. Apesar de não curtir baladas, é incapaz de recusar uma rodinha de violão, e para pra cantar junto. Mesmo desafinada, garante que é simplicidade em pessoa.

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