Quando estamos nos apaixonando por alguém, conquistando e seduzindo, costumamos nos aproximar com todas as nossas forças, com agrados, alguns mimos, mas, principalmente, com a nossa presença, ficando junto sempre que pudermos, até mesmo mais tempo do que dispomos. Procuramos a pessoa, mandamos mensagens, recadinhos bobos, aparecemos do nada, ou seja, ficamos bem junto de fato.
Infelizmente, com o tempo, após termos já conquistado como certeza quem tanto queríamos, muitos de nós acabamos tomados pelo costume – ah, esse acostumar-se. Talvez o costume seja um dos piores problemas do amor, porque se acostumar, a muitos, implica a diminuição do importar-se, do lembrar-se, do demonstrar, o que leva os relacionamentos ao tédio e ao esfriamento da carga afetiva.
Na verdade, o cotidiano nos impõe um excesso de atividades e de compromissos dispostos em cargas horárias por demais extensas, o que extenua nosso ânimo e lota nossa mente com preocupações e responsabilidades. Preocupados com o que não tem a ver com nossa vida afetiva, deixamos as questões pessoais de lado. Assim, o amor nem acaba encontrando espaço em nossas agendas apertadas.
Por essa razão é que muitos casais acabam se separando, distanciando-se mesmo quando ainda havia amor ali, mas sem demonstrações, sem mensagens, sem mãos dadas, sem o “bom dia” e o “boa noite” com olhos nos olhos. A partir do momento em que a cumplicidade se estremece, o sentimento enfraquece, a confiança diminui, as certezas não mais parecem se sustentar. E, então, mais do que os corpos, as almas se afastam e aos poucos se despedem.
Fato é que não funciona tentar compensar presença afetiva com bens materiais, pois nossa essência não se preenche com nada daquilo que o dinheiro pode comprar. O que prolonga e reaviva o amor é tão somente o estar junto, mesmo que por alguns momentos durante o dia, desde que seja verdadeiro, recíproco e intenso. O amor, afinal, não cobra nada mais do que aquilo que temos dentro de nós, do que é sentido, do que é visto emocionalmente, com os olhos do coração.
Imagem de capa: Bogdan Sonjachnyj/shutterstock
Nem todo mundo reconhece a paz quando ela chega. Para algumas pessoas, uma relação tranquila…
Não é dengue, mas esse mosquito tá ligado a 2 coisas nojentas!
Quase todo mundo responde errado esse teste por ignorar um detalhe MUITO pequeno no copo.
Antes de virar nome respeitado em Hollywood, ela conheceu um tipo de porta fechada que…
Com base na silhueta, você tenta ajudar os outros ou se protege emocionalmente? 🤲
Algumas imagens parecem escolher por onde vão entrar na nossa cabeça!