Foto: REUTERS/Andrew Kelly
Auschwitz, um nome que simboliza os horrores do Holocausto, continua a ecoar como um dos capítulos mais sombrios da história da humanidade. Localizado na Polônia, este antigo campo de concentração e extermínio nazista testemunhou o genocídio de seis milhões de judeus e milhões de outras vítimas, incluindo ciganos, presos políticos e membros da comunidade LGBTQ+. Hoje, Auschwitz é um destino de turismo memorial, atraindo pessoas que buscam compreender o impacto do Holocausto.
Entre os que visitaram o local recentemente está Gidon Lev, um sobrevivente do Holocausto nascido na Checoslováquia. Acompanhado de sua parceira, Julie Gray, Lev participou de uma visita especial ao campo, que contou também com a presença do bilionário Elon Musk. No entanto, a experiência que poderia ter sido marcante deixou Gray profundamente desiludida. Em um relato nas redes sociais, ela descreveu Musk como “indiferente” ao significado histórico e emocional do local.
Gray detalhou como ela e Lev acompanharam Musk pelos terrenos do campo, passando por exposições que incluem itens pessoais das vítimas, como malas, sapatos e cabelos. Para Lev, cuja família foi diretamente impactada pelas atrocidades nazistas—seu pai morreu em uma marcha da morte partindo de Auschwitz—, a visita teve um peso emocional imenso. Já Musk, segundo Gray, parecia mais preocupado com questões logísticas e com sua própria imagem.
“Elon não se importou”, escreveu Gray em uma postagem no Facebook. Segundo ela, o bilionário posou para fotos enquanto depositava uma coroa de flores no memorial, mas ignorou Lev, deixando-o de lado durante a cerimônia. “Ele estava preocupado apenas com sua aparência”, afirmou.
A postura de Musk em Auschwitz é apenas uma das controvérsias recentes envolvendo o bilionário e o Holocausto. Em outra ocasião, ele foi acusado de fazer uma “saudação nazista” durante a posse presidencial de Donald Trump, o que gerou críticas da comunidade judaica. Embora Musk tenha negado qualquer intenção, sua atitude foi extremamente condenada.
Além disso, comentários feitos por Musk no Twitter, com trocadilhos que fizeram referência ao regime nazista, intensificaram as críticas. A Liga Antidifamação (ADL), organização que combate o antissemitismo, repudiou as piadas, destacando que o Holocausto não deve ser banalizado. “O Holocausto foi um evento singularmente maligno, e é inapropriado e ofensivo fazer piadas sobre ele”, declarou Jonathan Greenblatt, CEO da ADL.
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Fonte: Mistérios do Mundo.
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