Mia Couto, escritor moçambicano, foi o Convidado de um evento do Fronteiras do Pensamento e Companhia das Letras, em agosto de 2013.
Neste trecho da entrevista concedida à Eliane Brum e à Raquel Cozer, Mia pondera sobre a importância dos nomes na criação dos seus personagens, discorrendo ainda sobre a importância do nome a cada um de nós e sobre seu “auto-batismo”, no qual escolhera o nome Mia, num momento em que vivia em “promiscuidade existencial com os gatos”.
Um saco de padel utilizado com regularidade acumula suor, humidade e resíduos de equipamento húmido…
Nos anos 2000, ela se tornou conhecida do público britânico, principalmente por causa de sua…
A batida começa e a memória entrega tudo… Essa música virou febre em 1980. Será…
Um hino que soa como uma porta de entrada para os anos 80: acelerada, sensual…
Na foto de 1961, ela ficou atrás de todos — mas sua vida não ficou…
No casamento do meu pai com minha tia, o filho dela me puxou de lado…