“As abelhas nos dão um grande exemplo de DESAPEGO.
Após construírem a colmeia, elas abandonam-na.
E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento.
Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado. Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás.
Num ato incomum, abandonam tudo o que levaram a vida para construir.
Simplesmente, o soltam sem preocupação se vai para outro.
Deixam o melhor que têm, seja pra quem for – o que é muito diferente de doar o que não tem valor ou dirigir a doação para alguém de nossa preferência.
Se queremos ser livres, parar de sofrer pelo que temos e pelo que não temos, devemos abrigar um único desejo: o de nos transformar. Assim, quando alguém ou algo tem de sair de nossa vida, não alimentamos a ilusão da perda.
O sofrimento vem da fixação a algo ou a alguém.
O apego embaça o que deveria estar claro: por trás de uma pretensa perda está o ensinamento de que algo melhor para nosso crescimento precisa entrar.
Se não abrirmos mão do velho, como pode haver espaço para o novo?”
Autor desconhecido
Nota da CONTI outra: Esse texto foi uma cortesia ByNina.
A inteligência artificial, como o ChatGPT, vem ganhando espaço na rotina de muitas pessoas. Ela…
A expressão “terapia por IA” ganhou espaço nas buscas da internet. Com a popularização dos…
Ela era presença constante na televisão, mas hoje poucos sabem como vive a atriz de…
Seu azeite pode não ser tão extravirgem quanto parece; laudo aponta marcas reclassificadas
Essas pequenas esferas brancas apareceram ao lado da cama e deixaram muita gente intrigada
Há um detalhe no seu ano de nascimento que pode revelar algo curioso sobre sua…