Costuma-se dizer que o mal de Alzheimer é pior para a família do que para o doente. Os lapsos de consciência tornam o sofrimento mais leve para o paciente, enquanto sua família e seus amigos têm que assisti-lo perder a memória e a coordenação pouco a pouco. Para Charles Sasser, de Albuquerque, no Novo México, uma das piores partes de ver seu pai sofrer com a doença degenerativa foi vê-lo perder a fala.
Nos últimos seis meses, o idoso não disse quase alguma palavra, apenas balbuciando poucas coisas para se expressar. Um vídeo gravado pelo filho mostra o impressionante efeito da presença do animal doméstico. Quando o cachorro Roscoe se aproxima de seu pai lhe oferecendo um brinquedo que parece ser um osso, o idoso consegue, com dificuldade, falar com o animal.
“Ah, sim, olá! Você tem, você tem alguma coisa! Você tem alguma coisa, não?”, pergunta ele, segurando o brinquedo. Depois, o idoso segue a conversa com o Roscoe. “Isso é tudo. Isso é tudo que eu tenho. Por que eu não tomo conta… Eu tomo de você. Você toma de mim”, diz ele. Mais tarde, ele é flagrado abaixado para fazer carinho no cão, que está deitado dormindo.
Fonte: Extra
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