JORNALISMO

Caso raríssimo: Mulher tem um bebê, depois gêmeas e, por fim, trigêmeas; e todas são meninas

Uma australiana de 30 anos vive uma experiência materna incomum: Claudia teve um bebê, depois gêmeas e, por último, trigêmeas – tudo antes de completar três décadas de vida. A história inusitada foi divulgada pelo jornal britânico The Mirror e tem chamado a atenção pela rápida expansão da família e pelos desafios da rotina com seis crianças pequenas.

Expansão acelerada da família

Claudia e seu marido, Adam, 31, moradores de Sydney, iniciaram a jornada da parentalidade em 2019, quando deram as boas-vindas à primogênita Alessia. A primeira gestação ocorreu sem complicações até a reta final, quando a mãe desenvolveu pré-eclâmpsia e precisou passar por uma indução para o parto.

A surpresa veio na segunda gravidez, quando Claudia descobriu que esperava gêmeas. Durante a pandemia, sozinha no ultrassom, ela recebeu a notícia inesperada. Emmy e Evie nasceram prematuras e precisaram passar duas semanas sob cuidados especiais antes de irem para casa.

Mesmo com três crianças pequenas, o casal ainda sonhava em aumentar a família. Alguns meses depois, Claudia engravidou novamente e recebeu um novo choque: desta vez, esperava trigêmeas. “Quando o médico me disse, achei que era brincadeira!”, contou. A gestação transcorreu sem grandes complicações e, com 34 semanas, Nora, Valletta e Sara nasceram por cesariana.

Rotina desafiadora e planejamento rigoroso

Com seis filhas menores de cinco anos, a rotina da família exige organização extrema. Os trigêmeos consomem 18 fraldas por dia e as roupas são constantemente reaproveitadas entre as irmãs. Para economizar, o casal compra fraldas em atacado e recebe doações de roupas da cunhada, cujas filhas são um pouco mais velhas. “Não podemos mais pagar férias e precisamos planejar tudo com antecedência”, diz Claudia.

Apesar das dificuldades, a mãe vê vantagens em ter filhos com idades tão próximas. “Elas crescerão juntas e serão muito unidas”, afirma. Além disso, Alessia, que tem autismo, se beneficia da convivência diária com as irmãs, o que tem ajudado em seu desenvolvimento social.

Agora, com a casa cheia, Claudia e Adam decidiram que não terão mais filhos. “Já temos nossa família incrível”, diz a mãe, que planeja retornar ao trabalho em abril. O casal também avalia métodos definitivos para evitar novas gestações. “Provavelmente eu teria quatro na próxima vez!”, brinca Claudia.

 

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