O mito de Aquiles é um dos mais ricos e complexos – na “Ilíada”, de Homero, ele aparece 292 vezes! Segundo a mitologia, Tétis, mãe de Aquiles, para imortalizá-lo, mergulhou-o nas águas do rio Estige, que tinha o poder de tornar invulnerável o corpo de quem nele fosse banhado. Ao fazer isso, Tétis segurou o filho pelo calcanhar.
E assim o corpo de Aquiles ficou todinho invulnerável, exceto no local onde a mãe o segurou.
Anos depois, Páris leva para Tróia Helena, a mulher de Menelau, rei de Esparta. Pronto, vai começar a Guerra de Tróia, entre gregos e troianos. Aquiles é convidado para integrar a expedição grega vingadora e aceita. Tétis, que conhece o futuro, previne o filho de que a guerra o levará à morte. Aquiles não dá ouvidos à mãe, nem mesmo ao seu último conselho: “Aquiles, meu filho, pelo menos bota uma meia”.
Aquiles vai à luta e, numa batalha, é morto por uma flechada no calcanhar. Daí a expressão “calcanhar de Aquiles”, utilizada para designar o ponto vulnerável de alguém.
Texto de Reinaldo Pimenta, no livro “A casa da mãe Joana – Curiosidades nas origens das palavras, frases e marcas” – Editora Campus
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