O amor não se exige, nem se consegue com ameaça.
O amor só vale a pena quando vem de graça; quando é conforto e confronto num só tempo. Templo de dois. Hiato entre o que somos e o que imaginamos ser depois de…
Acontece sem quê nem para quê, quando estamos distraídos – como o vento que atiça repentinamente o vestido.
Não se compra, não se paga.
Devasta mais que praga em plantação quando não é retribuído.
E não, o amor não morre depois que a fome passa. Ele é perfume que engravida as horas. Rima perfeita numa gaiola imperfeita: o coração dos homens.
Não é remédio contra a dor de não saber-se, tampouco goma de mascar para espantar a carência e a solidão.
O amor é um rei teimoso que detesta bajulação: reina onde, quando e como quer.
É por isso que amar é o único movimento que não se aprimora com o tempo.
Quanto mais se ama, menos se aprende a amar – a prática, nesse caso, não leva à perfeição, pois nunca amamos do mesmo jeito, nem com a mesma fome.
Trata-se de uma caso raro onde a repetição leva à derrota e à frustração.
Porque cada amor é um começo. Porque todo amor que começa nos rouba o pouco que sabemos de nós – e sem sabermos o que pensávamos saber sobre nós, nos sentimentos imensamente sós, ainda que estejamos nus, partilhando os mesmos lençóis.
O amor não é feito apenas de união, mas de ausência: é quando não estamos ocupados de nós que ele acontece.
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