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Ursinho de pelúcia com corpo de 1,70m é vendido para solteiras: “Suporte emocional”

Essa criação é de uma empresa búlgara que quis inovar no marcado com ursos de pelúcia de 1,70 metro de altura, além de forma e tamanho semelhantes ao de um corpo humano. A Loving Bear Puffy descreveu o produto em seu site oficial como um “suporte emocional”, adequado para mulheres que estão “passando por momentos de solidão, provações emocionais e com sentimentos de vazio”.

O ursão custa cerca de US$ 160 (aproximadamente R$ 861) e de acordo com o Daily Mail foi criado pela empresária Tonia Berdankova, de 47 anos, junto de sua filha Ina Marholeva, de 22. O projeto teve seu inicio em 2021, quando a mulher precisou ficar longe do marido, que estava em uma viagem.

Imagem: Divulgação/Loving Bear Puffy

“Minha filha brincou: ‘Quem você vai abraçar? Vai ter que inventar um substituto”, disse Tonia. “Então essa ideia ficou na minha cabeça. Eu estava pensando sobre isso e como há muitas mulheres no mundo sozinhas por algum motivo e elas precisam de algum tipo de presença física”, completou.

Os ursos começaram a ser produzidos há alguns meses e a descrição do produto promete: “O que torna Puffy único e diferente de todos os brinquedos de pelúcia é a forma de corpo humano. Puffy substitui a necessidade da presença física de uma pessoa em vários momentos e situações da vida cotidiana, especialmente durante longas noites solitárias. Puffy está sempre ao seu lado, mesmo nos momentos em que seus entes queridos estão longe de você por estarem em uma viagem de negócios ou na estrada.”

Aém disso, a empresa esclarece que a pelúcia pesa 3,2 quilos e chegará ao comprador sem nenhuma roupa para que o cliente possa “escolher como vesti-lo”. Dentre os benefícios na compra de um ursão estão o “suporte emocional”, “conforto e paz”, “um abraço saudável” e “imagem individual e design”.

“Puffy dá calor, abraços e paz. Ele reduz significativamente a sensação de solidão. Você pode acariciá-lo antes de adormecer, dormir em seus braços, deitar-se confortavelmente ao lado dele no sofá ou encostar-se nele no chão. Ele se torna parte da família e está sempre em casa esperando por você. Ele não ronca, não sua e… não reclama.”, finaliza a descrição.

Com informações de UOL

Ana Carolina Conti Cenciani

Ana, 20 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui matérias que são boas de se ler.

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