O caso do jovem Roberto, que passou quase cinco dias perdido na mata depois de uma trilha no Pico Paraná, voltou a esquentar — agora com troca de farpas em público, recados diretos nas redes sociais e um impasse que ainda não terminou na esfera jurídica.
Nos últimos dias, Roberto apareceu em entrevistas falando sobre o momento em que se separou da amiga, Thayane Smith, durante a descida.
Ele deixou claro que, na avaliação dele, ela não deveria ter seguido com outro grupo enquanto ele passava mal e ficou para trás.
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A resposta de Thayane veio no Instagram, em sequência de stories, com um tom bem mais combativo. Ela disse que pretende apresentar a própria versão e insinuou que existe material que, segundo ela, não chegou ao público.
Em uma das respostas a seguidores, afirmou que não quer ser lembrada como alguém que ficou calada — e avisou que está disposta a falar.
Thayane também mencionou que precisaria ir à delegacia antes de começar a publicar vídeos. Ela contou que quer gravar reels por partes, alegando que o que aconteceu é longo e que pretende explicar “desde o começo”, numa espécie de cronologia.
Em outra interação, ao ser pressionada para dizer logo o que aconteceu no dia da trilha, Thayane insistiu que vai detalhar o que, nas palavras dela, Roberto teria omitido.
Foi aí que ela soltou uma das frases que mais repercutiu: disse ter “prints, fotos de coisinhas” e “provas” guardadas, sugerindo que houve coisa deixada de fora quando o caso apareceu na mídia.
Ela ainda acusou Roberto de contar uma versão “fantasiosa” e de se vitimizar, além de afirmar que teve conteúdo “cortado” na televisão. Em mensagens, reclamou que estaria se segurando para não prejudicá-lo, mas que, do jeito que a situação tomou, ela passou a se sentir atacada.
Enquanto essa disputa corre solta na internet, o caso segue com divergência entre as autoridades. O Ministério Público do Paraná (MP-PR) avaliou o episódio e apontou omissão de socorro por parte de Thayane.
A proposta inclui que ela responda no Juizado Especial Criminal, com possibilidade de transação penal: indenização de cerca de R$ 4.863 a Roberto, pagamento aproximado de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul (que coordenou as buscas) e prestação de serviços comunitários por três meses junto aos bombeiros.
A Polícia Civil do Paraná, por outro lado, encerrou o inquérito com entendimento diferente: concluiu que não houve crime e recomendou o arquivamento por falta de indícios penais suficientes. Esse desencontro entre MP e Polícia é o que mantém a história “em aberto” no lado jurídico.
O episódio começou na virada do ano. Roberto e Thayane subiram o Pico Paraná em 31 de dezembro, com a ideia de ver o nascer do sol. Na descida, em 1º de janeiro, eles se separaram.
Sem sinal de celular e já debilitado, Roberto acabou entrando em rota errada e ficou dias andando pela mata até alcançar uma área rural próxima a Antonina, onde conseguiu pedir ajuda.
As buscas mobilizaram bombeiros e voluntários. Roberto foi encontrado com vida após quase cinco dias, com desidratação leve e escoriações, passou por atendimento hospitalar e recebeu alta.
Agora, além do que pode acontecer no processo, a briga também virou disputa pública de versões — e Thayane garante que ainda tem coisa para mostrar.
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