Por Josie Conti
Visto-me com íntimos sonhos para o tango do desconhecido. Ouço o ritmo da música que já aquece o salão. Atrai-me o mistério do futuro próximo.
Levanto-me e sou tomada, arrebatada, subjugada pelo som que pulsa dentro de mim. Deixo-me levar.
Sou refém de sensações, parceira da próxima música, amante de todo o baile.
Giro pelo espaço e sou o centro de tudo o que acontece. Suave, eloquente, abrupto, carente. Todo movimento é cúmplice do ato de existir.
Não há censura, culpa ou pecado. Há suor.
E suor nada mais é do que paixão em estado líquido.
Suemos.
Disseram a ele que mulheres eram “diabólicas” — anos depois, se tornou um dos maiores…
Você bate o olho e escolhe uma mulher — simples assim. Mas essa escolha pode…
Você acha que é só uma foto antiga de praia… mas tem um detalhe escondido…
Esse detalhe pode revelar muito sobre o coração — e quase ninguém presta atenção nisso.…
Quem estava esperando o começo do outono com manhãs mais frescas e temperaturas mais amenas…
Morar fora parece, para muita gente, a solução para recomeçar. Um novo país, novas oportunidades,…