“Um fato curioso da psicologia de certas mulheres é a tendência a se adequar aos gostos, valores e interesses daquele por quem se apaixonam.
A tendência a se manter com pouca identidade para melhor se adaptar ao parceiro conjugal deve ter sido parte da formação feminina do passado.
Quando se dançava junto, a moça “leve”, a que acompanhava com facilidade os passos do rapaz, era muito valorizada: era sinal de feminilidade.
Os tempos são outros e a expectativa nos relacionamentos afetivos é mais de parceria do que de submissão; a busca é de efetivas afinidades.
Muitas moças, talvez sob o impacto de uma formação tradicional, podem simular afinidades que não possuem: estão só agindo como antigamente.
Quando a conduta da moça é apenas simulação, com o passar dos meses ela vai resgatando sua verdadeira identidade e isso pode gerar conflito.
Os moços costumam se sentir enganados, traídos mesmo: se encantaram por quem parecia tão fácil e dócil e que depois se mostra bem diferente.
Os conflitos e tensões próprios dos elos atuais derivam desse período de transição que vivemos: o velho e o novo coabitam em nossas mentes!”
Flávio Gikovate
Imagem de capa: chombosan/shutterstock
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