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Uma nova tendência entre os jovens da Geração Z vem ganhando força e gerando polêmica: o “namoro solo”, ou “solo dating”. Ao invés de buscar um relacionamento romântico ou esperar pela companhia de alguém, muitos jovens estão optando por se conhecerem e se curtirem sozinhos. A prática, que viralizou nas redes sociais, incentiva as pessoas a aproveitarem sua própria companhia em atividades que antes eram associadas a encontros românticos.
No conceito de namoro solo, o objetivo é parar de esperar um parceiro para fazer atividades prazerosas e começar a realizá-las de forma independente. Desde levar um livro para ler em um café, ir ao cinema sozinho ou até jantar em um restaurante, o namoro solo estimula o autoconhecimento e o prazer da companhia própria. Nas redes sociais, vídeos com a hashtag #solodating somam milhões de visualizações, mostrando como a prática vem crescendo e sendo abraçada por jovens de várias partes do mundo.
Para esses jovens, o namoro solo representa uma forma de explorar novos caminhos e sair da pressão social de encontrar um par.
Há várias razões por trás do sucesso do namoro solo. Em tempos em que a liberdade e o empoderamento pessoal são valorizados, o conceito de auto-cuidado e auto-suficiência ganhou espaço. Para muitos, trata-se de um modo de demonstrar amor-próprio e entender melhor o que realmente traz felicidade, longe das expectativas tradicionais de um relacionamento.
O solo dating também reflete uma tendência de priorizar a saúde mental e emocional. Para muitos jovens, estar em um relacionamento não é mais um objetivo de vida, mas sim uma escolha que só vale a pena se trouxer bem-estar. O namoro solo é uma oportunidade de auto-exploração e, ao mesmo tempo, um caminho para encontrar sentido em outras experiências, como amizades e laços familiares.
Apesar de toda a positividade, o namoro solo também divide opiniões. Algumas pessoas o veem como uma forma de evitar a vulnerabilidade e a complexidade dos relacionamentos amorosos. Outros ainda questionam se a tendência pode resultar em um isolamento maior e na dificuldade de se conectar com outras pessoas.
Curiosamente, essa tendência também está alinhada com as novas descobertas sobre a felicidade de mulheres solteiras. Estudos recentes indicam que as mulheres, em média, são mais felizes quando estão solteiras, encontrando satisfação na autonomia e em relações de amizade e familiares. O namoro solo reflete esse desejo de liberdade e pode ser visto como uma extensão natural dessa nova percepção de felicidade.
Para muitos, o namoro solo é apenas uma fase, enquanto para outros é uma escolha duradoura. Em qualquer caso, ele representa uma mudança no modo como a Geração Z enxerga relacionamentos e o amor-próprio. Em um mundo onde as possibilidades são infinitas, estar solteiro – e feliz – é cada vez mais uma escolha consciente, e não uma espera por alguém.
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