Quando uma pessoa morre sem deixar testamento, não é a “vontade da família” que decide nada: entra em cena a ordem de sucessão prevista no Código Civil.
E é exatamente essa falta de documento que pode colocar Suzane von Richthofen no radar de uma herança estimada em R$ 5 milhões, atribuída ao médico Miguel Abdalla, seu tio materno, morto aos 76 anos.
De acordo com informações divulgadas pelo R7, até agora não apareceu registro de testamento em cartórios. Sem esse papel, a partilha tende a seguir o caminho padrão: primeiro se procura cônjuge e descendentes; não existindo, a busca vai para outros parentes.
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Como não teriam sido localizados filhos nem esposa do médico, os bens podem ser direcionados aos chamados parentes colaterais — categoria que inclui irmãos, sobrinhos e outros familiares, dependendo de quem estiver vivo e for reconhecido no inventário.
Nessa linha, a CNN apontou que Andreas von Richthofen, irmão de Suzane, também pode ter direito na divisão.
Um ponto que costuma confundir: condenação criminal, por si só, não cancela automaticamente o direito à herança, segundo especialistas ouvidos por veículos de imprensa.
Para haver impedimento, a lei prevê hipóteses específicas (como atos graves diretamente ligados ao falecido), o que costuma gerar debate jurídico — e, na prática, pode empurrar o caso para uma disputa mais longa na Justiça.
Miguel Abdalla foi encontrado morto em casa, na zona sul de São Paulo, em 9 de janeiro. A polícia foi acionada depois que um vizinho estranhou a ausência do médico por cerca de dois dias, observou a residência e chamou as autoridades.
As primeiras informações indicaram morte natural, sem sinais aparentes de arrombamento ou violência. Mesmo assim, a ocorrência foi registrada como suspeita e o corpo seguiu para o IML (Instituto Médico Legal) para os procedimentos de praxe.
Suzane chegou a ir à 27ª Delegacia de Polícia para tratar da liberação do corpo do tio para o sepultamento, conforme foi noticiado.
Miguel Abdalla também aparece em outro capítulo antigo e sensível da história da família: após a morte de Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002, ele atuou como tutor legal de Andreas.
Mais tarde, em 2005, deixou a função de inventariante dos bens do casal, sendo substituído pelo próprio Andreas após um pedido feito por Suzane.
Em 2006, o tio ainda entrou com uma ação relatando que Suzane teria sido vista circulando perto da casa onde ele morava com a família.
O caso chegou ao Judiciário e, naquela época, houve tentativa do Ministério Público de São Paulo de pedir prisão preventiva dela.
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