Muita gente ainda roda com a placa cinza antiga sem dor de cabeça — e isso é normal. O ponto que costuma virar “surpresa” aparece quando você muda de município (ou vai transferir o carro): aí o Detran trata como alteração relevante no registro e o emplacamento precisa acompanhar o padrão vigente.
O modelo Mercosul começou a ser adotado no Brasil a partir das regras do Contran publicadas em 2018.
Desde então, quem manteve o cadastro do veículo do jeito que está (sem mudanças) pode continuar usando a placa antiga, desde que ela esteja em bom estado e legível.
Nada “mágico” acontece por causa do calendário: em 2026 continuam valendo os casos em que a troca é exigida porque existe um ato administrativo no veículo. Na prática, a placa Mercosul entra como parte do processo quando ocorre:
Leia também: Essa nova placa azul com losango já está rendendo multas, e quase ninguém sabe o que ela significa
A confusão é compreensível: a placa antiga mostrava cidade e UF, então a troca parecia “óbvia”. Já a Mercosul não exibe esses dados na própria placa — e muita gente conclui que, mudando de município, daria para manter a placa antiga.
Só que a regra não depende do que está escrito na placa; ela depende do cadastro do veículo. Quando você altera o município de registro, o procedimento de transferência exige que o veículo fique no padrão atual de identificação, que é o Mercosul.
Em termos práticos: se você vai levar o carro para “morar” oficialmente em outra cidade (mudança de domicílio/município do registro), conte com a troca.
Depois que o padrão Mercosul tirou município e UF da placa, surgiu pressão para recolocar essa informação.
Existe um projeto de lei (PL 3214/2023) que propõe que a placa volte a mostrar município, estado e a bandeira da unidade da federação. Ele já passou pelo Senado e segue em análise na Câmara, segundo o andamento público.
Ou seja: o modelo “Mercosul” continua, mas os detalhes visuais podem mudar se esse texto virar lei.
O valor da placa depende do estado e do fornecedor credenciado, então não existe um preço único nacional.
O que dá para afirmar com segurança é que o custo deixou de ser aquele “bicho de sete cabeças” dos primeiros anos para muita gente, porque a produção ficou mais comum e o processo se consolidou — mas, na hora de mudar de município, você ainda deve colocar esse gasto na conta junto com as taxas do serviço no Detran (transferência/atualização de endereço e afins).
Fonte: GOV.BR
Leia também: A placa DIP está espalhada pelas estradas e muita gente não sabe o que ela quer dizer — entenda agora
Compartilhe o post com seus amigos! 😉
Esse documentário da Netflix revela como um crime foi ignorado por anos — e o…
Com apenas 6 episódios, essa minissérie italiana da Netflix provoca mais do que muita série…
“Ela avisou”: pai divulga prints e acusa hospital de negligência médica 🚨
Mortes por alcoolismo entre famosos: o nome de 2025 entra para uma lista que só…
Deseja mudar completamente a aparência e a atmosfera da sua casa? Basta renovar as paredes.…
Minutos de pânico ao buscar o filho deram origem a uma história que virou série…