Jogo a minha rede no mar da vida e às vezes, quando a recolho, descubro que ela retorna vazia.
Não há como não me entristecer e não há como desistir. Deixo a lágrima correr, vinda das ondas que me renovam, por dentro, em silêncio: dor que não verte, envenena. O coração marejado, arrumo, como posso, os meus sentimentos.
Passo a limpo os meus sonhos. Ajeito, da melhor forma que sei, a força que me move. Guardo a minha rede e deixo o dia dormir.
Com toda a tristeza pelas redes que voltam vazias, sou corajosa o bastante para não me acostumar com essa ideia. Se gente não fosse feita pra ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes. Perseverança não é somente acreditar na própria rede. Perseverança é não deixar de crer na capacidade de renovação das águas.
Hoje, o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo…
Texto de Ana Jácomo
Um saco de padel utilizado com regularidade acumula suor, humidade e resíduos de equipamento húmido…
Nos anos 2000, ela se tornou conhecida do público britânico, principalmente por causa de sua…
A batida começa e a memória entrega tudo… Essa música virou febre em 1980. Será…
Um hino que soa como uma porta de entrada para os anos 80: acelerada, sensual…
Na foto de 1961, ela ficou atrás de todos — mas sua vida não ficou…
No casamento do meu pai com minha tia, o filho dela me puxou de lado…