Todos nós temos o desejo de sermos perfeitos. No trabalho, com a família, amigos… O corpo perfeito, o comportamento perfeito, ser a mãe e esposa prefeita. Passamos a vida nos julgando e condenando por não ser como a modelo da foto, a mãe dos filmes e novelas, ou por não ter a vida que nossos pais sonharam pra nós. E quando somos perfeccionistas a coisa fica muito pior. Vivemos sob uma pressão imensurável.
Quando me vi apaixonada pela primeira vez depois de ter me recuperado de um divórcio devastador, eu me senti culpada. Tive vergonha, medo, tristeza… Eu tinha prometido a mim mesma que nunca mais me apaixonaria por ninguém, porque acreditava que eram os sentimentos que me faziam fraca. Como eu iria cumprir minha missão de ajudar outras mulheres que já passaram pelas inúmeras coisas que passei se estava cega de paixão? Eu não podia permitir isso!
Desabafei com minha irmã. E ela me deu um choque de realidade com sua autenticidade sagitariana: “Pare de se culpar por ser humana!”. E foi aí que eu tive um grande salto de consciência: o que me tornou a mulher que sou hoje foi justamente a minha maneira de lidar e crescer com o que me acontece. O que me torna única, especial, foi a minha constante busca por evoluir, melhorar, crescer. Estamos na terra pra isso: evoluir! Se fossemos perfeitos, não estaríamos reencarnados: seríamos deuses.
Pare de se culpar por ser quem você é. Se ame, se aceite e não seja tão dura com você mesmo. Humanos erram, e o que nos torna diferentes é a forma que lidam com esses erros, superamos e os vencemos. Não se culpe por amar, sofrer, errar, acertar. A vida é isso! Não impregne a sua mente com coisas negativas como o julgamento e culpa. Isso só te puxa pra baixo. Não permita!
A propósito: se apaixone, sim! Ame, sim! Isso não é sinal de fraqueza. Muito pelo contrário: só os fortes podem se amar tanto que sobre uma quantidade considerável de paixão e felicidade para dividir com outra pessoa. Seja forte! Viva o que é recíproco e lembre-se: você não é perfeita! Mas, quem é? Você está dando o melhor de si e é isso que importa!
Muito obrigada!
Namaste
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