O ÚLTIMO POEMA
Assim eu quereria o meu último poema.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
Manuel Bandeira
Disseram a ele que mulheres eram “diabólicas” — anos depois, se tornou um dos maiores…
Você bate o olho e escolhe uma mulher — simples assim. Mas essa escolha pode…
Você acha que é só uma foto antiga de praia… mas tem um detalhe escondido…
Esse detalhe pode revelar muito sobre o coração — e quase ninguém presta atenção nisso.…
Quem estava esperando o começo do outono com manhãs mais frescas e temperaturas mais amenas…
Morar fora parece, para muita gente, a solução para recomeçar. Um novo país, novas oportunidades,…