ARTE E ENTRETENIMENTO

O romance apimentado da Netflix que é ideal para assistir tomando uma taça de vinho

O drama romântico Traição e Desejo (Trust), dirigido por Brian DeCubellis, mergulha nos dilemas da fidelidade e da tentação dentro de um casamento aparentemente perfeito. Baseado na peça Push, de Kristen Lazarian, o filme conta com atuações de Victoria Justice, Matthew Daddario e Lucien Laviscount, que encarnam os vértices de um triângulo repleto de tensão e ambiguidade.

A trama acompanha Brooke (Victoria Justice), uma curadora de arte em ascensão, e Owen (Matthew Daddario), um jornalista ambicioso. O relacionamento do casal entra em uma espiral de desconfiança quando ambos são colocados em situações que testam seus limites morais. Enquanto Brooke se envolve emocionalmente com Ansgar Doyle (Lucien Laviscount), um artista sedutor, Owen lida com as investidas de Amy (Katherine McNamara), uma colega que desperta mais do que uma amizade.

O filme tem seus méritos ao explorar o impacto da insegurança e da falta de comunicação em um relacionamento. Victoria Justice entrega uma performance convincente, equilibrando vulnerabilidade e determinação, enquanto Lucien Laviscount se destaca como o tentador artista cujas intenções são tão ambíguas quanto fascinantes. A ambientação em Nova York e o universo das artes oferecem uma estética sofisticada, com locações que refletem o glamour e o caos emocional dos protagonistas.

No entanto, Traição e Desejo tropeça ao tentar oferecer profundidade a temas já tão explorados no cinema. A narrativa, embora intrigante, recorre a clichês que diluem o impacto dramático. Em alguns momentos, as motivações dos personagens parecem superficiais, prejudicando a imersão do espectador. Além disso, o roteiro falha em amarrar alguns arcos narrativos, deixando o desfecho aquém das expectativas.

Apesar de suas falhas, é uma obra que pode entreter aqueles que buscam um drama leve sobre relacionamentos modernos e suas fragilidades. Embora não seja memorável, o longa oferece momentos de tensão e performances que, por si só, valem a experiência.

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