Por Lúcia Costa
Du tinha cinco anos e Bya, uns quatro. Sentados no batente de casa, planejavam a vida para amanhã. Não conheciam o calendário anual com todos aqueles números e nomes para os dias da semana; conheciam o amanhã, somente. Era o tempo que acontecia, próximo e instantâneo.
Du, com as mãos sobre os joelhos, confessa a Bya.
_ Quando crescer, daqui a um monte de amanhã, quero ser um carro.
_ Carro? Pergunta Bya com os olhos arregalados.
_ Sim, para andar por todas as estradas, olhando os passarinhos nas árvores. E você, Bya, o que vai ser quando crescer? O que quer ser quando o amanhã tiver filhotes?
_ Posso ser mais de uma coisa?
_Pode.
_ Então quero ser as estradas, o passarinho e a árvore.
E os dois se olharam, sabendo que o amanhã era de verdade.
Patrick Swayze ficou marcado no cinema pela condição física exibida em filmes como Dirty Dancing,…
A ilustração parece mostrar apenas um jardim cheio de detalhes: uma árvore carregada de folhas,…
Durante dez anos, Elizabeth criou o neto sem saber explicar uma das perguntas que ele…
A ilustração de uma antiga livraria parece comum nos primeiros segundos. Livros ocupam quase todos…
Durante boa parte do fim do século XIX e do início do século XX, pessoas…
Poucas figuras públicas foram fotografadas com tanta frequência quanto a princesa Diana, né? Durante os…